Economia

Meet 2030. Empresas preparam a economia do futuro

Meet 2030

O Meet 2030 vai desenvolver cenários económicos hipotéticos para o ano de 2030, promovendo um crescimento sustentável da economia

Meet 2030 é o novo projeto desenvolvido pelo Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (BCSD Portugal) que, em parceria com o Instituto Superior Técnico, tem como objetivo antecipar e apoiar a preparação das empresas para as alterações económicas que vão ocorrer até ao ano de 2030.

O “Meet 2030: Energia, clima e crescimento económico – oportunidades de negócio em Portugal“, que conta com vários stakeholders, entre os quais entidades públicas e organizações nacionais e internacionais, como as empresas Amorim, Brisa, EDP, GALP, Gestamp e The Navigator Company, vai desenvolver cenários para o ano de 2030 e identificar potenciais oportunidades e inovações que possam criar vantagens competitivas para as empresas, de forma a promover um crescimento sustentável da economia.

Completado com uma forte componente de investigação, o projeto pretende contribuir para a definição de prioridades estratégicas a nível nacional e internacional que possam levar a uma alteração fundamentada das políticas públicas.

“Meet 2030 vai ser um projeto emblemático para o BCSD porque é essencial que as empresas pensem estrategicamente sobre como posicionar-se de forma competitiva e sustentável no mercado a médio e longo prazo”, refere António Mexia, Presidente da Direção do BCSD Portugal e Presidente Executivo da EDP.

O iniciativa prevê a realização de um conjunto de quatro workshops abertos aos associados do BCSD Portugal:

1. Workshop “Visão do Meet 2030 para a economia portuguesa”;

2. Workshop “Estratégias empresariais e oportunidades de crescimento”;

3. Workshop “Cenários e projeções de 2016-2030”;

4. Workshop “Apresentação do relatório intermédio Meet 2030 e debate”.

Meet 2030Nestes workshops as empresas são convidadas a imaginar a economia de 2030 através da reflexão sobre as estratégias empresariais e as incertezas associadas ao crescimento económico, tal como pela identificação das tecnologias que podem melhorar a eficiência energética em 2030, potenciando assim novos modelos de negócio.

“Em conjunto, queremos encontrar caminhos para antecipar os desafios que a implementação do Acordo de Paris impõe. Só vamos conseguir diminuir as emissões de CO2 das economias e alcançar uma economia neutra em carbono na segunda metade do século se conhecermos bem a evolução histórica do crescimento económico e se não tivermos receio de sermos disruptivos na forma de fazer negócios. Os dados científicos de que dispomos hoje já são suficientes para tomarmos decisões. É isso que estamos empenhados em fazer no BCSD: aproximar a ciência às empresas e a economia à engenharia”, reforça António Mexia.

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