Carreiras

Milhares de professores manifestaram-se em Lisboa

Professores manifestam-se durante uma marcha entre o Marquês de Pombal e a Praça do Comercio, em Lisboa, 23  de março de 2019. A manifestação convocada pelas organizações sindicais de docentes (ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB e SPLIU), como forma de luta "para recuperar os 9 anos, 4 meses e 2 dias cumpridos pelos professores durante os congelamentos; contestar as ultrapassagens que foram criadas na sequência do processo de reposicionamento e exigir o despacho de vagas para acesso aos 5.º e 7.º escalões, além da aposentação, horários de trabalho e combate efetivo à precariedade". MANUEL DE ALMEIDA / LUSA
Professores manifestam-se durante uma marcha entre o Marquês de Pombal e a Praça do Comercio, em Lisboa, 23 de março de 2019. A manifestação convocada pelas organizações sindicais de docentes (ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB e SPLIU), como forma de luta "para recuperar os 9 anos, 4 meses e 2 dias cumpridos pelos professores durante os congelamentos; contestar as ultrapassagens que foram criadas na sequência do processo de reposicionamento e exigir o despacho de vagas para acesso aos 5.º e 7.º escalões, além da aposentação, horários de trabalho e combate efetivo à precariedade". MANUEL DE ALMEIDA / LUSA

Governo aprovou um diploma que contabiliza menos de três anos de serviço, para efeitos de progressão na carreira.

Milhares de professores manifestam-se este sábado em Lisboa, num protesto liderado por um boneco cabeçudo que pretende representar o primeiro-ministro António Costa, que trazia ao peito o cartaz “Roubo 6,5 anos”, o tempo de serviço congelado a esses profissionais.

A manifestação começou pelas 15:00 com a concentração na Praça Marques de Pombal e cerca de meia hora depois iniciou-se o percurso em direção à Praça do Comércio, de milhares de professores de todo o país, que exigem a contagem integral do tempo de serviço: nove anos, quatro meses e dois dias.

No início deste mês, o Governo aprovou um diploma que contabiliza menos de três anos de serviço, para efeitos de progressão na carreira.

O diploma já levou PCP, BE e PSD a anunciarem que vão apresentar uma apreciação parlamentar dentro de um mês.

Em declarações aos jornalistas, o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, apontou 16 de abril, dia da apreciação parlamentar do diploma, como um ponto crucial na luta dos professores.

O diploma do Governo que aprovou a contagem de dois anos, nove meses e 18 dias de serviço, é, segundo Mário Nogueira “um roubo aos professores”.

O protesto de hoje é organizado pelas dez estruturas sindicais, que durante mais de um ano tentaram negociar, sem êxito, a recuperação do tempo de serviço, segundo fonte sindical.

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