Investimento

Moedas traz 250 milhões de euros para tornar Lisboa competitiva

Fotografia: Carlos Manuel Martins/Global Imagens
Fotografia: Carlos Manuel Martins/Global Imagens

Capital portuguesa é a primeira cidade europeia a beneficiar do Plano de Investimento Europeu que será aplicado na regeneração urbana.

O comissário europeu para a Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas, vai estar amanhã em Lisboa para a cerimónia de assinatura do projeto de regeneração da cidade que será apoiado em 250 milhões de euros pelo plano Juncker e pelo Banco Europeu de Investimento (BEI).

Lisboa será a primeira cidade europeia a beneficiar do Plano de Investimento Europeu e os fundos, destinados a apoiar o crescimento e competitividade da capital, deverão cofinanciar €523 milhões de projetos incluídos no programa de investimentos para 2016/2020.

Segundo entrevista do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, ao Expresso, no início de setembro, os fundos europeus serão dirigidos a “três eixos: o principal beneficiará o plano de drenagem; mas também a reabilitação urbana e a habitação social da terceira geração (para disseminar essas casas pela cidade e não as concentrar num bairro”.

Com a aprovação da candidatura de Lisboa, Portugal entra para o grupo de países com maiores investimentos aprovados, a par do Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Espanha. O Governo já afirmou que irá aproveitar o Plano Juncker realizar investimentos públicos sem dotação ao abrigo do programa Portugal 2020 e tem já duas candidaturas em estado mais adiantado: o projeto das infraestruturas de regadio (Ministério da Agricultura) e o programa Casa Eficiente (em parceria com a Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário). Estará, ainda, a equacionar candidatar investimentos no metropolitano de Lisboa e no metro do Porto.

A cerimónia desta segunda-feira inicia-se pelas 11,30 horas, no Pátio da Galé, onde estarão presentes o autarca Fernando Medina, o presidente do BEI Werner Hoyer, o comissário europeu Carlos Moedas e o primeiro-ministro António Costa.

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