CCP preferia redução TSU para compensar subida do salário mínimo

João Vieira Lopes, presidente da CCP, admite que situação política atual não permite tomar essa medida.

Dinheiro Vivo
João Vieira Lopes é crítico de uma subida do salário mínimo por "acordo político". Fotografia: Paulo Sranger/Global Imagens

O presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) preferia uma redução da Taxa Social Única (TSU) para compensar as empresas pelo aumento do salário mínimo para 705 euros, em vez do apoio direto, disse João Vieira Lopes em entrevista ao Negócios e Antena 1. O responsável acrescentou, contudo, que foi "a solução possível" no atual contexto político.


"A única medida que funciona de forma eficaz é uma baixa efetiva da TSU nessas situações", afirmou Vieira Lopes ao programa Conversa Capital. Mas o responsável diz compreender que a ajuda direta "é provavelmente a solução possível", estando "coberta pelos duodécimos".

Vieira Lopes alertou, no entanto, para "problemas de concretização que nesse aspeto têm de ser melhorados", que se prendem com o salário base e pagamento de horas extraordinárias, que deixaram trabalhadores de fora do aumento.

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