Rendas das casas aumentam 8,6%

Foram celebrados 21 005 novos contratos de arrendamento no segundo trimestre deste ano, tendo o preço mediano do metro quadrado atingido os 6,55 euros.

Sónia Santos Pereira
 © Artur Machado / Global Imagens

A renda mediana dos novos contratos celebrados no segundo trimestre deste ano sofreu um aumento homólogo de 8,6%, atingindo o metro quadrado um valor 6,55 euros, divulgou esta quinta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Em simultâneo, entre abril e junho foram formalizados 21 005 novos contratos de arrendamento, um aumento de 2,1% face a igual período de 2021.

Os dados revelados pelo INE permitem concluir que os preços dos novos arrendamentos voltaram a acelerar. Como adianta o relatório, a subida de 8,6% agora registada é "a variação homóloga mais elevada desde o 2º trimestre de 2021" e, quando comparada com os três primeiros meses deste ano, verifica-se um aumento de 6,3%.

A Área Metropolitana de Lisboa registou o preço mais elevado do metro quadrado (9,95 euros), seguindo-se o Algarve (7,41 euros), Madeira (7,35 euros) e Área Metropolitana do Porto (7,06 euros). Com exceção do Algarve, as rendas nestas subregiões apresentaram crescimentos homólogos superiores ao verificado no global do país.

Entre abril e junho, as rendas subiram em 23 dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes, tendo-se mantido constante em Barcelos. Deste universo, destacam-se Famalicão, com um crescimento homólogo de 25,2%, Funchal (+20,7%), Cascais (+19,6%), Seixal (+15,9%) e Porto (+15,7%).

Todos os municípios com mais de 100 mil habitantes das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, registaram rendas medianas superiores à nacional, com exceção de Santa Maria da Feira (4,48 €/m2) e Gondomar (6,17 €/m2).

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