CDS defende regresso do ensino presencial até aos 12 anos, mas após a Páscoa

Francisco Rodrigues dos Santos fala considera também que a "reabertura do pequeno do comércio deve ser gradual e progressiva".

Após reunião com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, sobre a eventual renovação do estado de emergência, o presidente do CDS, Francisco Rodrigues dos Santos, afirmou aos jornalistas que o CDS defende que as escolas devem ser prioridade no desconfinamento, o regresso ao ensino presencial deve incidir nos "alunos até aos 12 anos".

"Sabemos que a carga viral nestas faixas etárias é bastante reduzida e que a transmissibildiade da doença é baixísima", considera o presidente do CDS. Defende por isso um regresso ao ensino presencial que só deve acontecer após a Páscoa. "Para isso é necessário que haja uma testagem massiva nas escolas".

CDS defende que a "reabertura do pequeno do comércio deve ser gradual e progressiva"

O CDS considera ainda que a "reabertura do pequeno do comércio deve ser gradual e progressiva" e que deve incidir, por exemplo, nos cabeleireiros, cabeleireiros e esteticistas.

O CDS fez nota ao Presidente da República que considera o desporto uma "área crítica para toda a comuniade", em especial para os jovens.

O partido entende que deve haver um desconfinamento gradual no desporto para que sejam retomadas as competições desportivas nos escalões mais jovens, em concredo as modalidades de baixo e de médio risco, já identificadas pela DGS.

"Tem de haver um reforço do controlo nas fronteiras", diz CDS

O presidente do CDS lembrou a informação divulgada pelos peritos na reunião do Infarmed de que 65% dos novos casos de infeção em Portugal são provocados pela variante britânica, sendo que o nosso país "é o quarto destino mundial dos passageiros do Reino Unido".

"O que o CDS defende é que tem de haver um reforço no controlo nas fronteiras, um controlo epidemiológico", afirmou Francisco Rodrigues dos Santos.

O presidente do CDS disse que "os pequenos e micro empresários "têm sido enganados pela propaganda do Governo" porque não conseguem aceder aos apoios do Estado, que considera ser insuficientes.

"O dinheiro não está a chegar à economia real", sublinha. Francisco Rodrigues dos Santos pede, por isso, ao Governo que faça rapidamente chegar o dinheiro à economia e negoceie um prazo maior para a amortização das moratórias.

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