Profissionais de saúde que abdiquem de férias vão ser compensados

Regime excecional foi aprovado em Conselho de Ministros. Quem adiar gozo de férias também tem mais tempo para o fazer, além do mês de abril do próximo ano.

Os profissionais de saúde que abdiquem das férias até ao final do ano vão ser compensados financeiramente e com mais tempo para as poderem gozar.

A informação foi avançada pela ministra da Saúde, Marta Temido, em entrevista ao Jornal da Tarde da SIC, adiantando que a decisão foi aprovada no Conselho de Ministros desta sexta-feira, onde foram discutidas as novas medidas para a renovação do estado de emergência.

"É um regime excecional que se destina a compensar os profissionais de saúde que não puderem gozar as férias até ao final do ano", indicou Marta Temido, acrescentando que "os hospitais têm-nos colocado a necessidade de voltarmos a suspender férias", como aconteceu em março, no início da pandemia.

A ministra anunciou que a compensação será feita de duas formas: "permitindo o trânsito de férias não gozadas por mais tempo do que o período normal e permitindo que cada bloco de cinco férias não gozados deem origem a mais um dia e esses dias possam ser compensados financiamento por opção do trabalhador", detalhou a ministra.

No que diz respeito à primeira, Marta Temido lembrou que "as férias que não se gozam num ano, normalmente só podem ser gozadas até ao mês de abril do ano seguinte ou então desaparecem ", mas neste caso vai ser alargado o prazo, desconhecendo-se para já qual o período máximo.

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