“Não podemos reduzir défice e promover o crescimento ao mesmo tempo”, diz Teixeira dos Santos

Para Teixeira dos Santos e “na economia portuguesa não podemos pensar que é possível ter uma política orçamental capaz de reduzir défice e ao mesmo tempo ter uma política que promova o crescimento”

O ex-ministro das Finanças sabe que agora é altura para austeridade e diz que “é necessário fazer uma escolha.”

“Se se adoptasse uma postura expansionista, gastando mais por exemplo, íamos ter um agravamento do défice e a banca não ia ter dinheiro para nos financiar. Agora temos de recuperar as finanças publicas.”

Admite que “medidas de estímulo neste momento não me parecem positivas.” E diz que apenas ia obrigar o mercado a retrair-se.

Reitera, “não é possível pensar que estamos em condições de praticar uma política expansionista”.

“Podemos é dar condições às empresas para assegurar que não são deitadas fora”, e continua dizendo que é necessária uma boa política de financiamento.”

No que toca aos subsídios da função pública, Teixeira dos Santos preferiu não comentar: “O meu sucessor enfrenta várias dificuldades e desejo-lhe o maior sucesso”, mas confessa que “não vai comentar as medidas para o Orçamento do próximo ano”.

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