Lisbon Mobi Summit

Novos tipos de mobilidade atraem visitantes ao Museu da Electricidade, em Lisboa

Experiências Lisbon Mobi Summit, no Museu da Eletricidade

(Álvaro Isidoro/ Global Imagens )
Experiências Lisbon Mobi Summit, no Museu da Eletricidade (Álvaro Isidoro/ Global Imagens )

Autódromo Virtual de Lisboa reuniu quatro simuladores no Museu da Eletricidade que despertaram curiosidade

Dezenas de visitantes afluíram este sábado ao Museu da Eletricidade, em Lisboa, para terem uma experiência “real ou virtual” no domínio da nova mobilidade, poderem guiar um carro elétrico, conduzir um carro de corridas virtualmente ou conhecer novos serviços.

O Autódromo Virtual de Lisboa reuniu quatro simuladores no Museu da Eletricidade que despertaram curiosidade e fizeram subir a adrenalina a muitos jovens que nunca tinham conduzido um carro de corridas, numa pista de competição.

José Branquinho da Fonseca, de 18 anos, do Autódromo Virtual de Lisboa, disse à agência Lusa que, neste evento da Lisbon Mobi Summit, até domingo, as pessoas podem ter “uma experiência fantástica” ao conduzirem um carro de corridas num ambiente virtual, mas “muito próximo do real”, advertiu.

E prosseguiu: “Poucas pessoas têm a oportunidade de conseguir guiar um carro de corridas na realidade e aqui podem experimentar conduzi-lo no plano virtual e podem ter uma breve mas intensa experiência”.

Mas, se a vertigem das corridas puxa os visitantes, é já claro que há a perceção de que os portugueses se interessam pelas novas mudanças na mobilidade, nomeadamente ao conduzirem carros elétricos – fazendo um ‘Test Drive’, muitos puderam conhecer pela primeira vez serviços inovadores.

Frank Caruso, diretor de Comunicação da Brisa, disse à agência Lusa que o envolvimento da Via Verde neste evento “está muito relacionada com o caminho que esta marca está fazer no setor dos novos serviços de mobilidade”.

E, como um dos temas da Lisboa Mobi Summit é a mobilidade partilhada, este responsável explicou que o grupo Brisa “não poderia deixar de estar aqui” com os serviços de ‘carsharing’ com o DriveNow e o ‘carpooling’ com a Via Verde Boleias.

“Estas ativações que vamos ter hoje e amanhã aqui, no Museu da Eletricidade, têm como objetivo familiarizar os portugueses com estes dois serviços que são duas soluções muito boas para quem tem de viajar e tem de organizar a sua vida, com inúmeras deslocações ao longo da semana”, salientou.

A Brisa, que tem como valor central a segurança rodoviária, e a Via Verde trouxeram também a sua mascote para sensibilizar os mais jovens e colocaram uma pista de condução com sinais e estradas onde os mais pequenos puderam circular e aprender.

Uma novidade foi o protótipo de um carro de corridas da FST de Lisboa, a equipa formação do Instituto Superior Técnico (IST).

Henrique, estudante de engenharia aeroespacial do IST, explicou à Lusa que estão aqui porque “há um gosto enorme pelo motorsport”.

“Trabalhamos no que gostamos, além de estudarmos. Em paralelo fazemos este tipo de projetos. Em termos de engenharia é também um grande desafio e uma grande entrada para o mercado de trabalho e contacto com as empresas não só em Portugal mas a nível internacional”, salientou.

Este protótipo em exposição foi construído especificamente para ir a competições de Fórmula Student, para competir contra outras universidades de engenharia da Europa.

É maioritariamente constituído por fibra de carbono e alumínio de ligas aeroespaciais, e está equipado com quatro motores elétricos dentro de cada roda, que perfazem no total no total 180 cavalos, vai dos zero aos 100 quilómetros em 2,3 segundos e tem uma velocidade máxima de 110 quilómetros.

“O IST desde 2001 que faz carros como este que estamos a ver”, disse à Lusa o estudante universitário, lembrando que começaram a fazer carros elétricos, em 2011 e atualmente orgulham-se muito de “poder levar protótipos como este à Europa” e “baterem-se contra outras universidades”.

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