Desemprego

Número de desempregados inscritos desce 15,6% em janeiro

Fotografia: ;Miguel Pereira/Global Imagens
Fotografia: ;Miguel Pereira/Global Imagens

Maioria dos novos desempregados veio das atividades imobiliárias, administrativas e dos serviços de apoio. Norte foi a região com maior descida.

No final de janeiro estavam inscritos nos centros de emprego 350 772 desempregados, menos do que no mesmo mês de 2018, mas mais do que em dezembro.

De acordo com os dados divulgados esta terça-feira pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) este valor representa menos 15,6% de inscritos face a janeiro do ano passado (-64 767). Já em relação ao mês de dezembro, registou-se um aumento de 3,5%, ou seja, mais 11 737.

Janeiro é, por tradição, o mês em que o desemprego registado volta a subir, depois das festividades de dezembro em que muitos trabalhadores são recrutados para fazer face ao aumento do volume de vendas.

A informação divulgada pelo IEFP mostra que “para a diminuição do desemprego registado, face ao mês homólogo de 2018, contribuíram todos os grupos de desempregados, com destaque para os homens, os adultos com idades iguais ou superiores a 25 anos, os inscritos há um ano ou mais, os que procuravam novo emprego e os que possuem como habilitação escolar o 1º ciclo básico”, refere o documento.

A nível regional, as maiores descidas percentuais registaram-se no Norte com uma quebra de 18,6% face a igual mês do ano passado. Segue-se Lisboa e Vale do Tejo com uma diminuição de 16,1%. Já as regiões do Algarve e da Madeira foram as que menos contribuíram para a descida do desemprego homólogo.

Imobiliário e construção pesam mais

Em relação à origem dos desempregados inscritos nos centros de emprego, o IEFP refere que a esmagadora maioria tinham trabalhado no setor dos serviços.

“No que respeita à atividade económica de origem do desemprego, dos 295 156 desempregados que, no final do mês em análise, estavam inscritos como candidatos a novo emprego, nos Serviços de Emprego do Continente, 71,5% tinham trabalhado em atividades do sector dos ‘serviços’, refere o relatório mensal do IEFP. O destaque vai para as “Atividades imobiliárias, administrativas e dos serviços de apoio”(26,2%); 22,6% eram provenientes do sector “secundário”, com particular relevo para a “Construção”(8,1%); ao sector “agrícola” pertenciam 4,8% dos desempregados.”

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