Frente Comum

OE2017: Frente Comum critica aumento de subsídio de refeição

Ana Avoila fez anúncio esta manhã

Coordenadora da Frente Comum, afirmou que atualizar o subsídio de refeição, sem aumentar salários e pensões, seria "brincar com os trabalhadores"

A coordenadora da Frente Comum de Sindicatos da Função Pública, Ana Avoila, afirmou hoje à agência Lusa que atualizar em alguns cêntimos o subsídio de refeição, sem aumentar salários e pensões, seria “brincar com os trabalhadores”.

Ana Avoila frisou que os sindicatos não receberam qualquer contraproposta do governo relativamente às medidas que apresentaram ao Ministério das Finanças, dizendo que ninguém compreenderá se surgir uma medida isolada para o subsídio de refeição, na proposta de Orçamento do Estado para 2017, conforme noticiam hoje os jornais.

“Se for uma atualização aos valores da inflação sobre 4,27 euros (não sei se será 1% ou 1,2%), para acrescentar uns cêntimos, ninguém vai perceber. Não se pode brincar com os trabalhadores”, declarou.

A dirigente sindical considerou que a medida terá de ser enquadrada no âmbito do aumento dos salários e das pensões, bem como do descongelamento das carreiras dos funcionários públicos.

“A nossa proposta é de 150 euros, mas isso vem depois do aumento dos salários (trata-se de vencimento), é apenas um subsídio”, sublinhou.

O jornal Observador noticiou na quinta-feira que, após sete anos de congelamento, o valor do subsídio de refeição vai ser atualizado com base na inflação.

 

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Ricardo Mourinho Félix, Secretário de Estado Adjunto e das Finanças. 
( Filipa Bernardo/ Global Imagens )

“Cidadãos não vão tolerar situações que ponham estabilidade financeira em risco”

Ricardo Mourinho Félix, Secretário de Estado Adjunto e das Finanças. 
( Filipa Bernardo/ Global Imagens )

“Cidadãos não vão tolerar situações que ponham estabilidade financeira em risco”

Lisboa, 22/11/2019 - Money Conference, Governance 2020 – Transparência e Boas Práticas no Olissippo Lapa Palace Hotel.  António Horta Osório, CEO do Lloyds Bank

( Filipa Bernardo/ Global Imagens )

Horta Osório: O malparado na banca portuguesa ainda é “muito alto”

Outros conteúdos GMG
OE2017: Frente Comum critica aumento de subsídio de refeição