Terrorismo

Países do G7 injetam dinheiro no Iraque

Barack Obama e Angela Merkel. Fotografia: REUTERS/Nigel Treblin
Barack Obama e Angela Merkel. Fotografia: REUTERS/Nigel Treblin

Os sete maiores do mundo preparam pacote de assistência económica para o Iraque com o objetivo de contribuir para a estabilização do país, dizem

O presidente dos Estados Unidos adiantou neste domingo que o grupo das sete maiores economias mundiais (G7) está a preparar um pacote de assistência económica para o Iraque, com o objetivo de contribuir para a estabilização do país.

As declarações de Barack Obama foram feitas numa conferência de imprensa após uma reunião em Hanôver com a chanceler alemã, Angela Markel, onde foram abordadas questões como o acordo comercial entre os Estados Unidos e a União Europeia, a situação da Síria e Líbia, o conflito na Ucrânia, as divergências com a Rússia e a crise dos refugiados.

Segundo a agência de notícias EFE, Obama adiantou ter abordado com Angela Merkel os “desafios em matéria de segurança” que o Iraque enfrenta e anunciou que na próxima reunião do G7, que será no Japão, vai ser dado um “passo adicional” para aprovar a ajuda económica aos iraquianos.

O país era uma potência petrolífera, mas a guerra devastou a sua capacidade de produção.

O G7 reúne as sete maiores potências do mundo Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Canadá e Japão.

Obama e Merkel mostraram-se em sintonia ao destacar o compromisso no combate ao terrorismo na Síria, no Iraque e Afeganistão.

Entretanto, neste domingo, no Iémen, sete soldados morreram e 14 ficaram feridos num atentando com uma viatura armadilhada no sul do país, onde as forças do regime realizam uma ofensiva para tentar apanhar combatentes da organização fundamentalista Al-Qaida.

No sudeste do Iémen, as forças governamentais reconquistaram um aeroporto e várias áreas em redor de Moukalla, localidade controlada pela Al-Qida desde abril do ano passado, segundo fontes militares citadas pela agência France Presse.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
coronavirus lay-off trabalho emprego desemprego

Empresas com quebras de 25% vão poder pedir apoio à retoma

Balcão da ADSE na Praça de Londres em Lisboa.

( Jorge Amaral/Global Imagens )

ADSE quer 56 milhões do Orçamento do Estado por gastos com isentos

Fotografia: Miguel Pereira / Global Imagens

Quase 42 mil empresas recorreram a apoios que substituíram lay-off simplificado

Países do G7 injetam dinheiro no Iraque