Coronavírus

Covid-19. Menos um milhão de consultas até junho

A ministra da Saúde, Marta Temido. MÁRIO CRUZ/LUSA
A ministra da Saúde, Marta Temido. MÁRIO CRUZ/LUSA

Há um ano tinham sido realizadas no mesmo período 31 milhões de consultas.

A ministra da Saúde afirmou hoje que, contando com as não presenciais, na primeira metade do ano se realizou menos um milhão de consultas do que no mesmo período de 2019, quando foram feitas 31 milhões.

Na conferência de imprensa regular de acompanhamento da pandemia de covid-19, Marta Temido indicou que “nenhum sistema de saúde ficou imune a uma pandemia deste tipo na sua capacidade de resposta às doenças não covid”.

“Quando incentivamos os contactos não presenciais, temos que melhorar as formas pelas quais os utentes podem aceder a estes atos”, admitiu, afirmando que a telessaúde no Serviço Nacional de Saúde poderá ser uma das áreas a melhorar com os fundos europeus de recuperação económica da pandemia.

No que toca às vacinas para a época da gripe sazonal, Graça Freitas, diretora-geral da Saúde, admitiu que os professores poderão ser prioritários para receber a vacina da gripe se tiverem mais de 65 anos ou alguma doença que seja fator de risco para a covid-19.

Na conferência de imprensa de acompanhamento da pandemia, Graça Freitas frisou que as primeiras prioridades para receber os dois milhões de vacinas que Portugal garantiu para a época da gripe sazonal serão utentes de lares e profissionais de saúde.

A avaliação de quem deve receber primeiro a vacina assenta em “critérios de risco” e os mais vulneráveis são sempre prioritários, declarou.

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