Eurostat

Portugal com 3.ª maior quebra homóloga no desemprego na UE

Fotografia: D.R.
Fotografia: D.R.

A taxa de desemprego recuou para os 8,2% na zona euro e para os 6,8% na União Europeia, revelam os dados desta sexta-feira pelo Eurostat.

A taxa de desemprego homóloga recuou em julho para os 8,2% na zona euro e para os 6,8% na União Europeia, tendo Portugal registado a terceira maior diminuição face a julho de 2017, revelam dados divulgados esta sexta-feira pelo Eurostat.

De acordo com os números do gabinete oficial de estatísticas da UE, na comparação homóloga (com o mesmo mês do ano anterior), a taxa de desemprego caiu em todos os Estados-membros, tendo os maiores recuos tido lugar em Chipre (de 10,7% para 7,7%), Grécia (de 21,7% para 19,5%, dados de maio) e em Portugal, onde desceu de 8,9% para 6,8%.

Em julho de 2017, a taxa de desemprego era de 9,1% no espaço da moeda única e de 7,6% no conjunto dos 28 Estados-membros.

Na comparação em cadeia, face ao mês anterior, junho de 2018, a taxa de desemprego manteve-se estável na zona euro, ao permanecer nos 8,2% – o valor mais baixo desde novembro de 2008 -, enquanto no conjunto da UE teve um ligeiro recuo, ao baixar de 6,9% em junho para 6,8% em julho, o valor mais baixo desde abril de 2008. Em Portugal, o desemprego manteve-se estável e em cadeia com a UE, nos 6,8%.

Em julho, as menores taxas de desemprego foram observadas na República Checa (2,3%), na Alemanha (3,4%) e na Polónia (3,5%), e as mais altas na Grécia (19,5%, em maio) e em Espanha (15,1%).

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
O ex-presidente do BPN, José Oliveira Costa. Fotografia: Rodrigo Cabrita/Global Imagens

Finanças. Antigo BPN está a ajudar a reduzir défice deste ano

Vieira da Silva e Cláudia Joaquim
Fotografia: Leonardo Negr‹ão / Global Imagens

Governo admite eliminar factor de sustentabilidade noutros tipos de pensões

O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva  JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Regras das pensões antecipadas que existem em 2018 vão manter-se

Outros conteúdos GMG
Portugal com 3.ª maior quebra homóloga no desemprego na UE