Eurostat

Portugal com segundo maior crescimento do emprego da UE

A avaliação do FT reconhece que as estatísticas de emprego utilizadas omitem a realidade da redução do universo de população ativa no país, com um aumento da emigração.
A avaliação do FT reconhece que as estatísticas de emprego utilizadas omitem a realidade da redução do universo de população ativa no país, com um aumento da emigração.

A taxa de emprego aumentou 1,6% na zona euro e 1,5% na União Europeia em termos homólogos.

A taxa de emprego aumentou, no segundo trimestre e em termos homólogos, 1,6% na zona euro e 1,5% na União Europeia (UE), com Portugal a registar a segunda maior subida (3,6%) entre os 28, de acordo com o Eurostat.

Os dados divulgados esta quarta-feira pelo organismo de estatísticas europeu revelam ainda que o emprego cresceu 0,4% quer na zona euro, quer na UE face ao trimestre anterior.

Na comparação com o segundo trimestre de 2016 e entre os 26 Estados-membros para os quais há dados disponíveis, Malta registou a maior subida da taxa de emprego (4,7%), seguindo-se Portugal (3,6%) e Chipre (3,0%).

Por seu lado, a Croácia (-1,6%), a Lituânia (-1,4%) e o Luxemburgo (-0,3%) viram este indicador recuar.

Na variação em cadeia, Malta (1,0%), Espanha (0,9%), Grécia e Polónia (0,8% cada) registaram as maiores subidas no emprego.

Já a Croácia (-0,8%), a Letónia (-0,7%), a Roménia (-0,6%) e a Estónia (-0,5%) viram a taxa de emprego recuar face ao primeiro trimestre.

Em Portugal, a taxa de emprego aumentou 0,7% do primeiro para o segundo trimestre do ano.

Segundo estimativas do gabinete de estatísticas da UE, 235 milhões de pessoas tinham, no segundo trimestre, um emprego na UE, 155,6 milhões das quais na zona euro, sendo estes os mais altos níveis registados até agora.

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