Desemprego

Portugal com segunda maior descida do desemprego na UE em março

Fotografia: JOSÉ COELHO/LUSA
Fotografia: JOSÉ COELHO/LUSA

A taxa de desemprego, em março, foi de 9,5% na zona euro, estável face ao mês anterior, mas abaixo dos 10,2% do período homólogo

Portugal teve a segunda maior descida homóloga da taxa de desemprego (2,2 pontos) em março, tendo esta recuado tanto na zona euro quanto no conjunto dos 28 Estados-membros da União Europeia (UE), divulga o Eurostat.

Segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE, a taxa de desemprego, em março, foi de 9,5% na zona euro, estável face ao mês anterior, mas abaixo dos 10,2% do período homólogo.

Na UE, o indicador fixou-se nos 8,0%, abaixo dos 8,1% de fevereiro e dos 8,7% de março de 2016.

Na comparação homóloga, a taxa de desemprego recuou em 23 Estados-membros, manteve-se estável em França e na Áustria e aumentou na Dinamarca (de 6,0% para 6,2%), na Itália (de 11,5% para 11,7%) e na Lituânia (de 8,0% para 8,1%).

Os recuos mais significativos foram registados na Croácia (de 14,0% para 11,3%), em Portugal (de 12,0% para 9,8%), em Espanha (de 20,3% para 18,2%) e na Irlanda (de 8,3% para 6,4%).

As menores taxas de desemprego observaram-se na República Checa (3,2%), na Alemanha (3,9%) e em Malta (4,1%), enquanto as mais elevadas se registaram na Grécia (23,5% em janeiro) e em Espanha (18,2%).

No que respeita ao desemprego juvenil, em março este recuou para os 19,4% na zona euro e para 17,2% na UE face, respetivamente, aos 21,3% e aos 19,1% homólogos.

A Alemanha (6,7%) registou o desemprego jovem mais baixo e a Grécia (48,0% em janeiro), a Espanha (40,5%) e a Itália (34,1%) mais elevado.

Em Portugal, a taxa de jovens com menos de 25 anos desempregados era, em março, de 9,8%, abaixo dos 12,0% homólogos e dos 9,9% de fevereiro.

 

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Paulo Azevedo, Chairman e Co-CEO da Sonae, e Ângelo Paupério, Co-CEO da Sonae.

(Leonel de Castro / Global Imagens)

Sonae SPGS com lucros de 200 milhões até setembro

Veículos estacionados no porto de Setúbal, durante a greve dos estivadores precários, em Setúbal, 14 de novembro de 2018. Em causa está um diferendo laboral desencadeado por um grupo de estivadores precários e a empresa de trabalho portuário Operestiva, que afeta várias empresas, entre as quais a Autoeuropa. ANDRÉ AREIAS/LUSA

Setúbal: Operestiva disposta a negociar se estivadores voltarem ao trabalho

Primeira-ministra Theresa May, 14 de novembro de 2018. EPA/FACUNDO ARRIZABALAGA

Brexit: May consegue apoio do Governo e aprova rascunho do acordo final

Outros conteúdos GMG
Portugal com segunda maior descida do desemprego na UE em março