Comissão Europeia

Português lidera grupo sobre florestas e cortiça na Comissão Europeia

António Paula Soares tem uma longa experiência no setor florestal - incluindo projetos relacionados com a conservação da biodiversidade e bio economia  (Foto cedida pela Associação Nacional dos Proprietários Rurais)
António Paula Soares tem uma longa experiência no setor florestal - incluindo projetos relacionados com a conservação da biodiversidade e bio economia (Foto cedida pela Associação Nacional dos Proprietários Rurais)

Grupo de Diálogo Civil tem um papel essencial no desenvolvimento de políticas.

“Com longa e comprovada experiência no setor”, o português António Paula Soares foi eleito presidente do Grupo de Diálogo Civil (GDC) da Comissão Europeia sobre Floresta e Cortiça. “É com grande honra e responsabilidade que inicio o meu cargo como Chairman do Grupo de Diálogo Civil ‘Floresta e Cortiça’ da Comissão Europeia”, disse o diretor da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), que é também membro da direção da Confederação Europeia dos Proprietários Florestais (CEPF) e presidente da Associação Nacional dos Proprietários Rurais (ANPC).

Para garantir que as florestas da União Europeia (UE) possam oferecer os múltiplos benefícios esperados da sociedade, é necessária uma abordagem coerente entre as políticas da UE relacionadas com as florestas, defende. Nesse contexto, o Grupo de Diálogo Civil tem um papel essencial a desempenhar para permitir a participação de todas as partes relevantes e contribuir para o enquadramento e desenvolvimento dessas políticas.

“As florestas da UE estão cada vez mais sujeitas a uma crescente expectativa por parte de toda a sociedade, sendo o papel das mesmas crucial para alcançar os objetivos atuais e futuros da UE, graças aos seus benefícios económicos, ambientais e sociais. Neste contexto, e à beira de um futuro ‘Green Deal’ Europeu, é essencial que trabalhemos entre todos os diferentes atores da sociedade civil sob a tutela do GDC sobre Florestas e Cortiça, de modo a contribuir para o desenvolvimento de políticas da UE que digam respeito ao setor florestal, e para garantir a consistência entre essas políticas e a aplicabilidade das mesmas”, disse António Paula Soares.

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