Portugueses investem em força na Poupança Reforma

Pedro Seixas Vale, da APS
Pedro Seixas Vale, da APS

As novas contribuições para produtos financeiros geridos pelas
seguradoras cresceram 60,7% no primeiro semestre do ano, face a igual
período de 2012, para um total de 3,5 mil milhões de euros. Só os fundos
de poupança reforma, os PPR, cresceram 70% face ao ano anterior,
correspondente a um investimento de 665,6 milhões de euros.

No
mesmo período, os sinistros, resgates e vencimentos custaram ao sector
segurador um total de 4,5 mil milhões de euros, menos 19,2% do que no
período homólogo. Os dados são de Associação Portuguesa de Seguradores
(APS) que considera que “as poupanças acumuladas em produtos de seguros
estão, agora, novamente em fase de crescimento, ascendendo a quase 40
mil milhões”.

Convicta de que esta “recuperação do volume de poupanças” sob responsabilidade das seguradora vem “premiar o modelo de remuneração dos seus produtos e a sua capacidade de gestão de investimentos a longo prazo”, em especial quando o aforro se destina a complementar os rendimentos em idade de reforma, a APS deu, ainda, a conhecer uma análise comparativa das rentabilidades das principais categorias de produtos de poupança individual. E conclui que, nos últimos cinco anos, os seguros PPR não ligados a fundos de investimentos foram os que asseguraram melhor retorno, com uma taxa de 3,3%, seguidos dos seguros ligados a fundos de investimento (3,1%) e dos depósitos a prazo (3%). A pior performance cabe aos fundos de investimento em ações, com um valor negativo de 6,9%.

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