Habitação

Preço das casas volta a subir e atinge máximos de dez anos

casas de lisboa

Desde março de 2017 que a avaliação bancária das casas tem subido todos os meses

O valor que os bancos atribuem às casas registou nova subida em agosto. Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística publicados esta quinta-feira, o preço médio do metro quadrado em Portugal é de 1196 euros.

O valor representa um aumento de nove euros face a julho e de 74 euros quando comparado com o mesmo mês do ano passado. Desde, pelo menos, setembro de 2008, que a avaliação bancária das casas não era tão elevada.

Nas regiões do Algarve, Área Metropolitana de Lisboa, Madeira e Alentejo Litoral, a avaliação bancária das casas está acima da média do país.

No espaço de um ano, foi no Algarve que os preços mais subiram: 9,6%, para uma média de 1547 euros, sendo a região sul a mais cara do país.

Segue-se a área metropolitana de Lisboa com uma média de preços de 1468 euros, mais 7,9% do que há um ano.

Já a comparação com março de 2013, data em que os preços atingiram valores mínimos, a subida da média nacional da avaliação bancária foi de 22%, ou 215 euros.

Em Lisboa, desde o pico da crise, o valor das habitações subiu 28%. Em abril de 2013 a avaliação bancária de um imóvel na área metropolitana da capital era de 1146 euros. Hoje está 322 euros acima.

A diferença ainda é mais expressiva se a análise for feita unicamente à cidade de Lisboa, onde o valor mínimo foi atingido em setembro de 2012 (1704 euros). Desde então, a avaliação bancária das casas na capital aumentou 471 euros.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje

Página inicial

O ministro das Finanças, Mário Centeno, fala durante conferência de imprensa sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), realizada no Salão Nobre do Ministério das Finanças, em Lisboa, 16 de outubro de 2018. Na proposta de OE2019, o Governo estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% no próximo ano, uma taxa de desemprego de 6,3% e uma redução da dívida pública para 118,5% do PIB. No documento, o executivo mantém a estimativa de défice orçamental de 0,2% do PIB no próximo ano e de 0,7% do PIB este ano. RODRIGO ANTUNES/LUSA

IRS: Escalões vão absorver parte do aumento salarial de 2019

António Costa, que cumprimenta João Oliveira, com Jerónimo de Sousa e Catarina Martins© Lusa

Quanto valem as medidas negociadas à esquerda?

Outros conteúdos GMG
Preço das casas volta a subir e atinge máximos de dez anos