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Marcelo defende fim das propinas no ensino superior

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, participa na sessão de encerramento da Convenção Nacional do Ensino Superior 20/30 - O Ensino Superior na Europa - Uma perspetiva comparada",no Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE), em Lisboa, 7 de janeiro de 2019. MÁRIO CRUZ/LUSA
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, participa na sessão de encerramento da Convenção Nacional do Ensino Superior 20/30 - O Ensino Superior na Europa - Uma perspetiva comparada",no Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE), em Lisboa, 7 de janeiro de 2019. MÁRIO CRUZ/LUSA

A intervir numa convenção sobre o tema, no ISCTE, o Presidente da República considerou que a educação é "uma matéria de regime e não de legislatura."

O Presidente da República afirmou esta segunda-feira concordar “totalmente” com a ideia de se caminhar para o fim das propinas no ensino superior e defendeu que a educação é uma matéria de regime e não de legislatura.

Numa intervenção no encerramento de uma convenção sobre este tema, no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que a ideia defendida pelo ministro do Ensino Superior, Manuel Heitor, “da extinção das propinas, a concretizar-se, a ser possível concretizar-se, é um passo decisivo”.

À saída desta iniciativa, questionado se é ou não favorável à proposta de se caminhar para o fim das propinas no ensino superior, o chefe de Estado reiterou a sua posição: “Totalmente. Ficou claríssimo. Eu disse que era um passo muito importante no domínio do financiamento do ensino superior”.

“Porque isso significa o dar um passo para terminar o que é um drama, que é o número elevadíssimo de alunos que terminam o ensino secundário e não têm dinheiro para o ensino superior, porque as famílias não têm condições, portanto, têm de trabalhar, não podem permitir-se aceder ao ensino superior”, justificou.

Segundo o Presidente da República, este quadro “é muito negativo em termos do futuro do país” e coloca Portugal numa “posição muito má em termos internacionais”.

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