Greve dos motoristas

Primeiro-ministro avalia condições para declarar fim da “crise energética”

O primeiro-ministro António Costa (3E), acompanhado pelo presidente da Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE), Filipe Meirinho (D) momentos antes do briefing operacional no âmbito da greve de 12 de agosto, em Lisboa, 11 de agosto de 2019. JOÃO RELVAS/LUSA
O primeiro-ministro António Costa (3E), acompanhado pelo presidente da Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE), Filipe Meirinho (D) momentos antes do briefing operacional no âmbito da greve de 12 de agosto, em Lisboa, 11 de agosto de 2019. JOÃO RELVAS/LUSA

Declaração antecipada de fim de "crise energética" depende da convocação de um Conselho de Ministros eletrónico.

O primeiro-ministro visita esta segunda-feira de manhã a Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE) para avaliar as condições para declarar o fim da crise energética e convocar o Conselho de Ministros para esse efeito.

A visita de António Costa à ENSE está agendada para as 08:00 e servirá para “avaliar as condições para declarar fim da crise energética e convocar o Conselho de Ministros eletrónico para o efeito”, segundo a agenda do primeiro-ministro.

António Costa desloca-se em seguida, às 09:00, ao Comando Conjunto para as Operações Militares do Estado-Maior General das Forças Armadas, em Oeiras, e depois para as instalações do Sistema de Segurança Interna (SIS).

O Conselho de Ministros declarou no dia 09 de agosto a situação de crise energética, para o período compreendido entre as 23:59 desse dia e as 23:59 de 21 de agosto, para todo o território nacional.

A situação de crise energética tem como objetivo garantir os abastecimentos energéticos essenciais à defesa, ao funcionamento do Estado e dos setores prioritários da economia, bem como à satisfação dos serviços essenciais de interesse público e das necessidades fundamentais da população durante a greve dos motoristas.

As limitações ao abastecimento de viaturas particulares começaram a vigorar às 23:59 do dia 11.

A greve começou na segunda-feira, 12 de agosto, e foi marcada por tempo indeterminado. Na quinta-feira, o Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM) desconvocou a paralisação, mas o Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) manteve-a e só desconvocou o protesto no domingo, após um plenário de trabalhadores.

Para terça-feira está marcada uma reunião no Ministério das Infraestruturas e Habitação, em Lisboa, com vista à retoma das negociações entre a associação patronal Antram e o SNMMP.

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