Indústria 4.0

Prodsmart lança kit para digitalização de fábricas

Digital Shop Floor Box

Nova solução inclui todo o hardware e software necessário para uso imediato

A Prodsmart, startup portuguesa que ajuda a otimizar processos industriais, lançou um Kit Fábrica Digital que permite a qualquer unidade de produção “iniciar, de imediato, a gestão digital” do seu chão-de-fábrica. O novo produto promete “uma solução, pronta a utilizar, sem complicações, e com resultados comprovados” ao nível da eficiência na melhoria do processo de produção.

“Queremos dar à indústria portuguesa a oportunidade de começarem rápida e facilmente a gerir a sua produção de forma digital, com todas as melhorias de tempos e processos que isso traz. Sabemos que o nosso público-alvo são normalmente industriais muito focados em fazer o seu trabalho bem feito, porque faz-nos sentido apresentar-lhes uma solução simples de implementar e de utilizar, que implique um investimento reduzido de tempo e dinheiro”, explica o CEO da Prodsmart, Gonçalo Fortes.

Segundo a empresa, o Kit Fábrica Digital inclui todo o hardware e software necessário para o registo imediato de produção: um iPad, botões de IIoT, um leitor de código de barras ou de RFID, de acordo com a especificidade do negócio, e a subscrição da solução Prodsmart durante 12 meses. O número de tablets ou leitores de código de barras “poderá ser aumentado de acordo as necessidades da fábrica”.

Às empresas que comprem esta nova solução, a Prodsmart oferece, ainda, um Manual de Gestão de Mudança com um conjunto de “boas práticas e sugestões para implementação do serviço”, bem como uma sessão de apoio ao arranque do processo. Após a instalação do serviço, é disponibilizado um canal de comunicação em tempo real com uma equipa de suporte. O kit, pronto a usar, pode ser adquirido em prodsmart.com, a partir de 1990 euros.

 

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Caixa Geral de Dep—ositos -

Sete dos créditos de risco da CGD tiveram perdas de 100%

Operadores da Groundforce onde a operação da empresa de ‘handling’ Groundforce inclui números como cinco minutos e 400 toneladas, mas também o objetivo de chegar ao fim de 2019 com 3.600 colaboradores, aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, 22 de janeiro de 2018. Para que os aviões estejam no ar, a Groundforce faz toda a assistência em terra, excetuando o fornecimento de comida e de combustível, como resume o presidente executivo da empresa, Paulo Neto Leite, numa visita guiada aos ‘bastidores’ do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. MÁRIO CRUZ/LUSA

Com o aeroporto de Lisboa “no limite”, Groundforce exige à ANA que invista já

(Rui Oliveira / Global Imagens)

Quota de mercado dos carros a gasóleo cai para mínimos de 2003

Outros conteúdos GMG
Conteúdo TUI
Prodsmart lança kit para digitalização de fábricas