Habitação

Programa de Arrendamento Acessível celebrou 20 contratos em dois meses

Secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho.
Ana Pinho
(Gerardo Santos / Global Imagens)
Secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho. Ana Pinho (Gerardo Santos / Global Imagens)

Para a secretária de Estado da Habitação "os números não são baixos" e "era expectável" a diferença entre a oferta e a procura.

O Programa de Arrendamento Acessível está a celebrar, em média, um novo contrato de dois em dois dias. Desde que a plataforma foi lançada, a 01 de julho, foram 20 os arrendatários contemplados com uma casa de renda mais baixa face aos preços praticados no mercado. Quem o garante é a Secretária de Estado da Habitação. Ana Pinho foi entrevistada na manhã desta segunda-feira pela Rádio Renascença.

Em dois meses, visitaram a plataforma mais de 50 mil pessoas. Os utilizadores registados são quase oito mil. Destes, 2800 são pessoas que procuram casa. O número de habitações disponíveis rondava, na passada sexta-feira, as 135.

Para a governante, “os números não são baixos” e “era expectável” que a procura fosse superior à oferta. O programa foi lançado há apenas dois meses e em coincidiu com as férias de verão, lembra Ana Pinho. “É o lançamento do programa, as entidades que divulgam o arrendamento estão a familiarizar-se com o programa e a começar a divulgá-lo. Em habitação não se disponibilizam casas por decreto. Temos de gerar confiança no programa. E não há outro programa de habitação que possa fazer isto a esta velocidade”, destaca a Secretária de Estado.

A responsável considera que “o programa arrancou muito bem” e que tem gerado “imenso interesse”. O Governo está neste momento a “dar formação às agências imobiliárias e a tentar trabalhar com as plataformas eletrónicas para que as pessoas conheçam o programa e saibam que é uma alternativa”.

O programa vai permitir que “consoante as casas no mercado vão vagando, possa haver uma alternativa para elas poderem ser disponibilizadas a um valor mais baixo”.

Para resolver o desequilíbrio entre a oferta e a procura de habitação, a aposta do Governo será “na promoção de um parque público mais alargado”, adianta a responsável.

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