Coronavírus

Proteção Civil. “Fiquem em casa”, Porto, Lisboa e Braga estão em alerta laranja

Fotografia: Nuno André Ferreira/EPA
Fotografia: Nuno André Ferreira/EPA

“Fiquem em casa. Fiquem definitivamente em casa”. É esta a mensagem deixada pelo Comandante Nacional da Proteção Civil, Duarte Costa, no dia em que Portugal registou 2995 infetados e 43 mortos pelo novo coronavírus. Porto, Lisboa e Braga estão em alerta laranja devido ao vírus.

Em conferência de imprensa, Duarte Costa anunciou que há três distritos em alerta laranja — Porto, Lisboa e Braga — por serem “os sítios de maiores incidências dos riscos e maiores incidências dos casos”. Os restantes distritos estão em alerta amarelo.

O responsável frisou “quando digo fiquem em casa é: fiquem definitivamente em casa. Havendo menos pessoas infetadas porque ficámos em casa significa que menos portugueses ficam doentes e menos portugueses vão morrer por Covid-19“.

Nesta altura, dos 18 planos possíveis de ativar em território nacional continental, a Proteção Civil tem 10 planos ativos, nomeadamente Plano Distrital de Aveiro, Bragança, Coimbra, Faro, Guarda, Leiria, Porto, Santarém, Vila Real e Viseu. “Esta contabilidade não é final, pode modificar-se a qualquer momento. Há uma necessidade de ativar planos distritais que é avaliada a cada momento”, adiantou esta quarta-feira na conferência de imprensa.

Ontem, foi decidido ativar o Plano Nacional de Emergência e Proteção Civil, que “permite por um lado garantir o enquadramento de todas as medidas avulsas que já estávamos a tomar e que careciam de plano genérico que as enquadrasse” e também “abre hipótese de integrar outras medidas como o levantamento de grupos, quer para urgências pré-hospitalares quer para combate a incêndios… grupos que contribuam para a continuidade da prestação do socorro em Portugal”.

O Plano Nacional de Emergência e Proteção Civil será “ativado por fases” e, sendo um plano geral para emergências, vai ser adaptado para “produzir medidas para o futuro em termos de ativação e resolução de questões [específicas] que possam derivar da Covid-19”.

 

 

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