Eleições na Madeira

PSD lidera com 48,51% com metade das freguesias apuradas

Miguel Albuquerque. Helder Santos / Aspress
Miguel Albuquerque. Helder Santos / Aspress

O PSD era hoje, cerca das 20:35, o partido mais votado nas eleições legislativas regionais da Madeira, com 48,51% dos votos, quando estão apuradas 27 das 54 freguesias, segundo dados oficiais provisórios.

De acordo com informação disponibilizada pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, à mesma hora, o PS era o segundo partido mais votado, com 34,20%.

O PSD já conseguiu eleger dois deputados: o cabeça de lista e atual presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, e o número dois da lista e do executivo, Pedro Calado.

O PS elegeu o seu cabeça de lista e antigo presidente da Câmara do Funchal, Paulo Cafôfo.

Cerca de duas horas e meia após o fecho das mesas de voto, o CDS-PP é a terceira força política mais votada, com 5,40%, seguido pelo JPP, com 2,14%.

Depois, surgiam o PURP, com 1,22%, o BE, com 0,97%, e a CDU (PCP/PEV), com 0,92%.

Fechadas aquelas 27 freguesias (metade do total), a taxa de abstenção situava-se em 44,63%.

A Assembleia Legislativa da Madeira tem 47 deputados, sendo necessários 24 para uma força política conseguir maioria absoluta.

Estavam registados para o escrutínio de hoje 257.758 eleitores, dos quais 252.606 na ilha da Madeira e 5.152 na ilha do Porto Santo.

Nestas eleições concorreram 16 partidos e uma coligação: PDR, CHEGA, PNR, BE, PS, PAN, Aliança, Partido da Terra-MPT, PCTP/MRPP, PPD/PSD, Iniciativa Liberal, PTP, PURP, CDS-PP, CDU (PCP/PEV), JPP e RIR.

Nas eleições regionais de 2015, quando se registou uma abstenção recorde de 50,42%, os sociais-democratas seguraram a maioria absoluta – com que sempre governaram a Madeira – por um deputado, com 24 dos 47 parlamentares (44,36% dos votos).

Em 2015, a segunda força política foi o CDS-PP, com 13,71% e sete mandatos, seguida pela coligação Mudança, que juntou PS, PTP, PAN e MTP, com 11,43% e seis mandatos.

O JPP alcançou 10,28%, elegendo cinco deputados, enquanto a CDU ficou com 5,54% e dois mandatos, à frente do BE, com 3,8% dos votos e também dois mandatos.

Os 2,7% conquistados pela Nova Democracia permitiram a eleição de um deputado.

Em 2015, a abstenção foi de 50,42%.

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