presidência da república

Recandidatura? Marcelo diz estar a “carregar baterias”

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa (D), conversa com uma comerciante durante a visita ao Bazar - Mercado Municipal, em Maputo, Moçambique. O chefe de Estado português está em Maputo para assistir à tomada de posse do homólogo moçambicano, Filipe Nyusi. Fotografia: António Silva / LUSA
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa (D), conversa com uma comerciante durante a visita ao Bazar - Mercado Municipal, em Maputo, Moçambique. O chefe de Estado português está em Maputo para assistir à tomada de posse do homólogo moçambicano, Filipe Nyusi. Fotografia: António Silva / LUSA

"Quem está para tomar posse é o Presidente moçambicano. Vamos deixar cada coisa para seu momento", diz o Presidente da República

Marcelo Rebelo de Sousa disse esta terça-feira estar a “carregar baterias” em Moçambique quando questionado sobre uma eventual recandidatura à Presidência da República portuguesa, deixando a resposta em aberto.

“Estou a carregar baterias em Moçambique, pode ser que isso ajude em termos também de Portugal”, respondeu, à saída de um encontro com o chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, no palácio da presidência em Maputo.

Marcelo Rebelo de Sousa encontra-se em Moçambique desde segunda-feira para uma visita de cinco dias centrada na tomada de posse de Nyusi para um segundo mandato, cerimónia agendada para quarta-feira.

“Quem está para tomar posse é o Presidente moçambicano. Vamos deixar cada coisa para seu momento”, concluiu Marcelo.

Marcelo Rebelo de Sousa cumpre o primeiro mandato como Presidente da República, que termina em 2021.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
O primeiro-ministro, António Costa (E), conversa com o ministro de Estado e das Finanças, João Leão (D), durante o debate e votação da proposta do orçamento suplementar para 2020, na Assembleia da República, em Lisboa, 17 de junho de 2020. MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Orçamento suplementar mantém despesa de 704 milhões de euros para bancos falidos

Jorge Moreira da Silva, ex-ministro do ambiente

(Orlando Almeida / Global Imagens)

Acordo PS-PSD. “Ninguém gosta de um planalto ideológico”

Mario Draghi, presidente do BCE. Fotografia: Reuters

Covid19. “Bazuca financeira tem de fazer mira à economia, desigualdades e clima”

Recandidatura? Marcelo diz estar a “carregar baterias”