Função Pública

Recrutamento centralizado selecionou 800 técnicos ao fim de um ano

A ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão. ma Assembleia da República. 
(JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA)
A ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão. ma Assembleia da República. (JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA)

Em agosto, será lançada segunda fase de concurso para integrar mais 200 trabalhadores.

O processo de recrutamento centralizado lançado há um ano para a seleção de mil técnicos superiores para apoiarem centros de competências do Estado terminou com apenas 800 candidatos aprovados. No concurso, houve 18 mil candidatos, dos quais 16 mil foram chamados a realizar provas já em janeiro deste ano.

O anúncio da constituição de reserva de 800 selecionados foi feito esta sexta-feira pelo Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública, que avança que haverá no próximo mês uma segunda fase do concurso para recrutar mais 200 trabalhadores.

“Para completar a constituição da reserva de mil técnicos superiores, e assim que estejam concluídas as audiências prévias e homologada a lista de ordenação final, o Governo vai lançar uma segunda fase do recrutamento centralizado (procedimento consequente) para a seleção do remanescente dos técnicos superiores, o que acontecerá em agosto”, indica o ministério em comunicado.

Os candidatos não integrados na bolsa vão poder submeter-se à segunda fase.

O processo de recrutamento é realizado pela Direção-Geral da Qualificação dos Trabalhadores em Funções Públicas (INA) e teve início no final de abril do ano passado com a aprovação do continente pelo Ministério das Finanças, que previa que a contratação ocorresse ainda em 2019. O concurso teve início em julho seguinte, com as provas a serem realizadas já em janeiro deste ano.

O objetivo inicial do processo era o de afetar os novos recrutados a centros de competências nas áreas jurídica e digital para prestarem serviços transversais à Administração Pública, reduzindo a dependência externa de serviços, segundo definia então o governo.

De então para cá, foi inaugurada uma nova legislatura e uma orgânica de governo diferente na qual a tutela da função pública saiu da órbita das Finanças com a constituição de um ministério próprio, liderado por Alexandra Leitão. No comunicado de hoje, o ministério “reitera o compromisso de constituir uma bolsa de mil trabalhadores com formação superior, uma medida com vista ao rejuvenescimento dos mapas de pessoal da Administração Pública e ao reforço da sua capacitação nestas áreas”.

Para os 800 candidatos selecionados, a constituição da bolsa significa ainda apenas a conclusão de uma primeira etapa. Segundo a Direção-Geral da Qualificação dos Trabalhadores em Funções Públicas, será necessário agora identificar postos de trabalho e apresentar candidaturas a esses mesmos lugares, havendo ainda uma entrevista profissional de seleção antes da celebração de contrato de trabalho.

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