Habitação

Rendas aumentaram 1,1% em fevereiro e subida chegou a todo o país

Lagoa do Fogo, na ilha de São Miguel. Fotografia: Paulo Spranger/Global Imagens
Lagoa do Fogo, na ilha de São Miguel. Fotografia: Paulo Spranger/Global Imagens

As rendas de casas registaram em fevereiro uma subida homóloga de 1,1%. Este aumento foi sentido em todo o país.

O ano começou com as rendas de habitação a registar um aumento de 0,7% face a janeiro de 2017 e em fevereiro a tendência foi novamente de subida e ainda mais acentuada. De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística o acréscimo foi agora de 1,1%, superando em 0,4 pontos percentuais o valor apurado em janeiro.

Esta média nacional tem por trás variações regionais distintas sendo que, em fevereiro, a região com a variação homóloga mais elevada foi os Açores, onde o valor médio das rendas avançou 1,8% entre fevereiro de 2017 e o mesmo mês deste ano.

Na evolução mensal, o INE dá conta de uma subida de 0,2% valor médio das rendas de casa por metro quadrado, em linha com o observado no mês anterior. Mais uma vez, foi nos Açores que os preços tiveram a maior subida (0,4%).

A habitação é uma das parcelas que integra o cabaz que mede a taxa de inflação que, segundo a autoridade estatística nacional, diminuiu em fevereiro para 0,6% (face ao valor observado em fevereiro de 2017).

Estes 0,6% (que coincide com o valor avançado a 28 de fevereiro na estimativa rápida) traduzem uma descida de 0,4 pp face à inflação homóloga registada em janeiro. O vestuário e o calçado mantiveram o perfil negativo já observado no mês anterior (impulsionado pela época de saldos), ainda que este efeito se tenha atenuado.

Nas restantes categorias de produtos que integram o cabaz que mede o pulso à evolução dos preços, a habitação, água, luz, gás e outros combustíveis tiveram acréscimos homólogos mais elevados do que no primeiro mês deste ano.

Já a inflação média dos últimos 12 meses (que em dezembro corresponde à taxa de inflação anual) chegou a fevereiro nos 1,3% – em linha com o valor de janeiro.

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