Turismo

Revive. Aberto concurso para transformar Forte da Barra de Aveiro em hotel

Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques. (Leonel de Castro/Global Imagens)
Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques. (Leonel de Castro/Global Imagens)

O governo lançou o concurso, no âmbito do Revive, para a concessão do Forte da Barra de Aveiro, em Ílhavo. Imóvel vai ser transformado em hotel.

Edificado no século XVII, no período pós restauração, o Forte da Barra de Aveiro, localizado em Ílhavo, perdeu no século XIX a sua importância em termos de defesa, tendo ficado sem as suas funções militares. Este imóvel é um dos que integra o programa Revive – programa que visa dar uma segunda vida a património cultural e histórico devoluto através da concessão a privados para o desenvolvimento de projetos turísticos – e o governo abriu esta quinta-feira, 30 de janeiro, o concurso público para a concessão do Forte por um período de 50 anos.

Os interessados têm 90 dias para apresentar as suas propostas por este imóvel, que está localizado “sobre a foz do rio Vouga, em pleno Porto de Aveiro, na ilha da Mó de Baixo, e uma área de 3.709 m2”. “O Forte será concessionado durante 50 anos para exploração com fins turísticos (estabelecimento hoteleiro, como cerca de 50 quartos, alojamento local ou outro projeto de vocação turística), com a renda mínima anual de 6.444 euros”.

Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, assinala, em comunicado, que “o Forte da Barra de Aveiro é um imóvel com uma localização extraordinária”. “Dar uma nova vida a este local através do Programa Revive é criar um importante foco de atração de turistas na região e contribuir para a consolidação da Costa Nova como destino turístico”, acrescentou.

O último concurso que tinha sido aberto no âmbito deste programa foi o do Palacete dos Condes em São João da Madeira. Com 5.237 metros quadrados de área bruta total de construção, em que se estima que se possam ser instalados “cerca de 70 quartos”, o imóvel do Palacete dos Condes será concessionado “durante 50 anos para fins turísticos como estabelecimento hoteleiro de quatro estrelas ou superior”. Para a concessão deste imóvel, o caderno de encargos do concurso tem fixado como “valor mínimo de renda anual 18.264 euros”, indicou na altura fonte do Ministério da Economia.

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