PSD

Rui Rio escreve carta aos portugueses e diz que está a “tentar fazer diferente”

O presidente do Partido Social Democrata, Rui Rio. JOSÉ COELHO/LUSA
O presidente do Partido Social Democrata, Rui Rio. JOSÉ COELHO/LUSA

O presidente do PSD manifesta-se convicto de que os portugueses estão descontentes com os partidos políticos e as “birras partidárias”

O presidente do PSD, Rui Rio, manifesta-se convicto de que os portugueses estão descontentes com os partidos políticos e as “birras partidárias” e assegura que está a “tentar fazer diferente”, admitindo, contudo, que “não é fácil”.

Rio divulgou hoje na sua conta do Twitter a mensagem que está a enviar, por carta, aos portugueses e que foi noticiada pelo jornal Público.

“Cara/o concidadão, estou consciente que está descontente com os partidos políticos. Sei também que não se revê na forma como a maioria dos políticos atua, fomentando birras partidárias que alimentam notícias estéreis e nada contribuem para o desenvolvimento da sociedade”, escreve Rio, no início da missiva.

Por isso, justifica o presidente do PSD, está “a tentar fazer diferente”.

“Como seguramente tem reparado, não é fácil. As críticas são muitas e os obstáculos que tenho pela frente exigem uma grande determinação”, afirmou.

O líder social-democrata justifica ainda as tentativas que tem feito de diálogo com outros partidos, defendendo que “o futuro de Portugal reclama um conjunto de reformas estruturais”.

“Sabemos que a cultura partidária dominante é o contrário. É a do bota-abaixo. Mas, Portugal exige-nos que assim não seja. Alguns insinuam que isto é ser frouxo. Nós achamos que isto é pôr o interesse de Portugal à frente de tudo o mais”, sublinha.

Na carta aos portugueses, Rio refere ainda que estão “cada vez mais claras as falhas do atual Governo e da sua maioria parlamentar”, considerando que as várias greves “atestam bem as ilusões” que diz terem sido “oportunisticamente vendidas” pelo Governo.

“A esperança, que ainda há pouco nos vendiam, está hoje a transformar-se em desilusão. Temos de ser capazes de reverter o caminho para o qual estamos a ser conduzidos, falando verdade e implementando uma governação voltada para a Europa e para o futuro. Porque só assim a esperança terá razão de ser”, acrescenta.

. Sei também que não se revê na forma como a maioria dos políticos atua, fomentando birras partidárias que alimentam notícias estéreis e nada contribuem para o desenvolvimento da sociedade”, escreve Rio, no início da missiva.

Por isso, justifica o presidente do PSD, está “a tentar fazer diferente”.

“Como seguramente tem reparado, não é fácil. As críticas são muitas e os obstáculos que tenho pela frente exigem uma grande determinação”, afirmou.

O líder social-democrata justifica ainda as tentativas que tem feito de diálogo com outros partidos, defendendo que “o futuro de Portugal reclama um conjunto de reformas estruturais”.

“Sabemos que a cultura partidária dominante é o contrário. É a do bota-abaixo. Mas, Portugal exige-nos que assim não seja. Alguns insinuam que isto é ser frouxo. Nós achamos que isto é pôr o interesse de Portugal à frente de tudo o mais”, sublinha.

Na carta aos portugueses, Rio refere ainda que estão “cada vez mais claras as falhas do atual Governo e da sua maioria parlamentar”, considerando que as várias greves “atestam bem as ilusões” que diz terem sido “oportunisticamente vendidas” pelo Governo.

“A esperança, que ainda há pouco nos vendiam, está hoje a transformar-se em desilusão. Temos de ser capazes de reverter o caminho para o qual estamos a ser conduzidos, falando verdade e implementando uma governação voltada para a Europa e para o futuro. Porque só assim a esperança terá razão de ser”, acrescenta.

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