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Saiba quanto a sua renda vai aumentar em 2018

Fotografia: D.R.
Fotografia: D.R.

A inflação que serve de referência ao aumento anual das rendas é conhecida na terça-feira, dia 12 de setembro, e deverá ser superior a 1%.

Após vários anos a determinar congelamentos ou com subidas inferiores a 0,5%, o coeficiente de atualização das rendas prepara-se para ultrapassar o patamar de 1% no próximo ano, já que se espera que a taxa de inflação, que o Instituto Nacional de Estatística irá divulgar na terça-feira, seja daquela ordem de grandeza.

A taxa de inflação média nos últimos 12 meses, sem habitação, registada em agosto é a utilizada para determinar o coeficiente de atualização anual das rendas. E, os valores que se têm observado ao longo destes últimos meses não deixam margem para dúvidas de que em 2018 estes contratos de arrendamento poderão aumentar mais de 1%. Em julho esta taxa de inflação foi de 1,08%, sendo que este índice de preços regista subidas consecutivas desde julho de 2016.

Se os dados relativos à inflação de agosto forem semelhantes aos de julho, um inquilino com uma renda de 650 euros deverá contar com um aumento a rondar os sete euros por mês.

Abrangidos por este coeficientes de atualização de rendas (que é publicado em outubro em “Diário da República”) estão os contratos de arrendamento (novos e antigos) que não foram atualizados no âmbito das regras do regime de arrendamento que entrou em vigor no final de 2012. Estão em causa, de acordo com as estimativas dos senhorios, cerca de 800 mil contratos (residenciais e não residenciais).

Para formalizarem este aumento, os senhorios têm de o comunicar ao inquilino com uma antecedência mínima de 30 dias, sendo que o novo preço apenas se aplica no aniversário do contrato de arrendamento.

A evolução do mercado do arrendamento tem levado os senhorios a tecerem algumas críticas a esta fórmula de atualização na medida em que cria fortes discrepâncias entre uma e outra realidade.

 

 

 

 

 

 

 

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