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Sede da Cruz Vermelha em Lisboa pode vir a ser hotel

Francisco George, 

(Leonardo Negrão/Global Imagens)
Francisco George, (Leonardo Negrão/Global Imagens)

A Cruz Vermelha Portuguesa enfrenta problemas financeiros e uma das soluções pode passar por arrendar a sede.

O Palácio da Rocha do Conde d’Óbidos, na rua das Janelas Verdes, pode vir a dar lugar a um hotel. No edifício funciona a sede da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), que segundo a edição desta quarta-feira do jornal Público, atravessa uma crise de tesouraria.

A instituição liderada por Francisco George vai discutir hoje em assembleia-geral uma série de medidas que têm em vista amenizar os problemas financeiros.

Uma das propostas, escreve o Público, passa por arrendar a sede nacional. De acordo com uma “fonte conhecedora do processo” citada pelo diário, o objetivo da Cruz Vermelha é arrendar uma parte do palácio e transformá-la “numa espécie de hotel”.

A sede nacional seria transferida para um novo edifício, a ser construído junto ao Hospital da Cruz Vermelha. No mesmo documento, a instituição manifesta a intenção de assinar com a Câmara de Lisboa um acordo de cedência de terrenos, de forma a alargar de 30 para 40 hectares o espaço atualmente ocupado pelo Hospital.

Entre as propostas que vão ser discutidas está ainda a criação de um fundo de financiamento e a introdução de uma contribuição mensal por parte das delegações. Em 2017 48% das estruturas regionais da CVP registaram resultados negativos. A instituição deu lucros de 208 mil euros no mesmo ano, mas tem um passivo de 63 milhões de euros. As contas de 2018 não são conhecidas.

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