portos

Sindicatos dos portuários querem antecipação da reforma

Portos querem aumentar capacidade

Pedido de reunião urgente já foi feito chegar à ministra do Mar, Ana Paula Vitorino

Os sindicatos dos trabalhadores portuários da UGT reivindicam o reconhecimento da penosidade das funções para que as reformas antecipadas não sejam penalizadas e aguardam a marcação de uma reunião com a ministra do Mar para com ela discutir o assunto.

“Queremos o reconhecimento da penosidade da profissão para efeitos de antecipação da reforma, o que seria também uma mais valia para o setor portuário dado que os trabalhadores com mais de 60 anos estão muito desgastados para as tarefas que lhes são exigidas”, disse à agência Lusa o presidente da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores Portuários, Aristides Peixoto.

Os oito sindicatos que integram a federação, filiada na UGT, reuniram-se em assembleia-geral e aprovaram um documento reivindicativo que enviaram à ministra da tutela, Ana Paula Vitorino, com um pedido de reunião urgente.

Segundo Aristides Peixoto, a federação sindical já tinha enviado há cerca de uma ano e meio um extenso documento à ministra e tem aguardado, em vão, a marcação de uma reunião.

Fonte do gabinete da ministra do Mar disse à agência Lusa que a estrutura sindical vai ser contactada para agendar o encontro.

Os sindicatos, que representam mais de 600 trabalhadores dos portos de Leixões, Aveiro, Sines e das regiões autónomas, querem discutir questões profissionais e sociais, de modo a garantir direitos laborais e a segurança no emprego.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Trump Xi China

Trump ameaça Pequim e ordena às empresas: “saiam da China”

Emmanuel Macron, presidente francês. Fotografia: Direitos Reservados

Fogos na Amazónia: França e Irlanda ameaçam bloquear acordo com Mercosul

O ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, intervém durante uma conferência de imprensa para fazer o ponto de situação sobre a crise energética, no Ministério do Ambiente e da Transição Energética, em Lisboa, 13 de agosto de 2019. JOÃO RELVAS / LUSA

Ministro do Ambiente: “Há cada vez mais condições” para que greve não aconteça

Outros conteúdos GMG
Sindicatos dos portuários querem antecipação da reforma