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Sintra aprova contas com 206 milhões de receita

Basílio Horta, presidente da Câmara de Sintra.
(Carlos Manuel Martins/Global Imagens)
Basílio Horta, presidente da Câmara de Sintra. (Carlos Manuel Martins/Global Imagens)

As receitas do município de Sintra ascenderam em 2018 a 206 milhões de euros, mais 15,9 milhões do que em 2017.

A Câmara de Sintra aprovou hoje o relatório e contas de 2018, apresentando uma receita de 206 milhões de euros, o que representa um crescimento de 8% face ao ano transato.

O documento foi aprovado, por maioria, durante a reunião do executivo, liderado pelo socialista Basílio Horta, com os votos favoráveis do PS e da CDU e a abstenção da coligação Juntos pelos Sintrenses (PSD/CDS-PP/MPT/PPM).

As receitas do município de Sintra ascenderam em 2018 a 206 milhões de euros, mais 15,9 milhões do que em 2017 e o resultado líquido do exercício ascendeu a 21,9 milhões.

“A dinâmica económica do município foi um dos fatores que mais contribuiu para este crescimento. Apesar da descida de impostos e taxas, a autarquia arrecadou em 2018 cerca de 95,4 milhões de euros”, sublinhou à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Horta (PS).

O autarca realçou ainda o facto de o município ter previsto até 2021 um investimento de 159 milhões de euros (ME), sendo a saúde (38 ME), a educação (31 ME), a mobilidade (22,9 ME) e a melhoria do espaço público (30ME) as quatro áreas prioritárias.

“A viabilidade financeira deste plano de investimento é possível devido ao saldo positivo de tesouraria de 140 milhões de euros em 2018, ano com uma taxa de execução de 78,4% na despesa paga”, explicou Basílio Horta.

Na área da saúde, a autarquia prevê investir mais de 38 milhões de euros no novo hospital e na construção de cinco novos centros de saúde.

Já na educação, o município pretende recuperar 98 escolas básicas e algumas que estão sob tutela do Ministério da Educação.

Relativamente à mobilidade, a maior fatia do investimento vai para a melhoria das vias rodoviárias e para a implementação do passe único (Navegante).

Por seu turno, o investimento no espaço público contempla projetos como o Eixo Verde e Azul, que liga a serra da Carregueira ao mar.

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