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Startup portuguesa Thidols doa lucros de janeiro a associação australiana

Marta Velho, fundadora e CEO da Thidols (Sara Matos / Global Imagens)
Marta Velho, fundadora e CEO da Thidols (Sara Matos / Global Imagens)

Empresa que produz merchadinsing de impacto vai contribuir para a recuperação de uma das regiões mais afetadas pelos incêndios na Austrália.

Greta Thunberg, António Guterres ou Elon Musk são alguns dos rostos que a Thidols imprime nas t-shirts e tote bags que produz desde outubro do ano passado. Em janeiro, quem comprar um dos produtos da jovem startup portuguesa estará a contribuir para a recuperação dos danos causados pelos incêndios na Austrália.

A empresa fundada por Marta Velho decidiu doar todos os lucros do mês à associação australiana de defesa dos animais RSPCA, sediada em New South Wales, uma das zonas mais afetadas pelos fogos das últimas semanas.

“É uma forma de ajudarmos a minimizar os efeitos catastróficos dos incêndios australianos e de fazermos a nossa parte, por muito pequena que seja. A Thidols não é só uma marca que comercializa produtos com o rosto de várias personalidades de renome. Levamos a sério as causas dos nossos ídolos e queremos contribuir para ajudar sempre que conseguirmos fazê-lo”, refere a fundadora numa nota enviada à imprensa.

O dinheiro angariado com a venda das t-shirts e tote bags ajudará a associação australiana a “recolher os animais em perigo, tanto domésticos como selvagens, e ainda para cuidar de todos os que forem, de alguma forma, afetados pelas chamas”, lê-se na mesma nota.

Em Portugal, a marca está a preparar a campanha “Reflorestar Portugal”, com a qual pretende plantar, nas áreas mais afetadas pelos incêndios, três árvores por cada compra feita no primeiro trimestre de 2020.

Para 2020 a startup de merchandising de impacto tem mais novidades em preparação. “Lançámos a marca no final de outubro e tivemos dois meses a tentar perceber quem era o nosso público-alvo e de que forma poderíamos ir ao encontro das preferências dos nossos clientes”.

Assim, os responsáveis decidiram reduzir os preços dos produtos e das tarifas de envio. “Fizemos algumas negociações com os nossos fornecedores e conseguimos reduzir custos, e decidimos refletir isso no preço final aos nossos clientes. A qualidade dos produtos mantém-se, bem como a preocupação ambiental”. As mudanças, conclui a fundadora, “resultam de um contacto muito próximo com todas as pessoas que têm demonstrado interesse na Thidols”.

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