Taguspark fixa salário mínimo em 900 euros para trabalhadores em outsourcing

Medida vai abranger 12 trabalhadores que prestam serviço de jardinagem do parque.

O salário mínimo para os trabalhadores que prestam serviços no Taguspark através de empresas terceiras (outsourcing) foi fixado em 900 euros, disse esta quarta-feira fonte oficial do parque de ciência e tecnologia de Lisboa, situado em Oeiras.

De acordo com a mesma fonte, o valor de 900 euros (com um máximo de 1200 euros) representa uma valorização de 41,7% face ao salário mínimo nacional, de 635 euros, que fica agora abolido para estes profissionais, sublinha a mesma fonte.

Em causa estão 12 trabalhadores que prestam serviços de limpeza e jardinagem no Taguspark em regime de outsourcing.

“Esta política enquadra-se no objetivo de tornar o Taguspark o parque mais cívico da Europa e tem como meta implementar uma política de dignidade laboral para com aqueles que diariamente prestam serviços por conta de outrem nas nossas instalações”, afirma o presidente executivo do Taguspark, Eduardo Baptista Correia.

“Procuramos que se estabeleçam salários que reconheçam o bom trabalho, fomentem a motivação e contribuam para condições de vida com maior felicidade e dignidade”, acrescenta o presidente.

O processo teve por base uma negociação com as entidades prestadoras destes serviços, a quem o Taguspark paga um valor mensal pela prestação dos mesmos, explica fonte oficial do parque.

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