Inflação

Taxa de inflação homóloga na OCDE mantém-se estável nos 2,3% em abril

É o terceiro mês consecutivo de queda dos preços na Zona Euro.

A inflação homóloga no conjunto dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) manteve-se estável nos 2,3% em abril.

A inflação homóloga no conjunto dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) manteve-se estável nos 2,3% em abril, embora com tendências opostas entre os vários componentes de preços, foi divulgado esta terça-feira.

Em abril, o aumento homólogo dos preços da energia acelerou para 6,1%, mais oito décimas do que a variação homóloga de 5,3% registada em março, enquanto a subida dos preços da alimentação abrandou de 1,7% para 1,6%, indica a OCDE em comunicado.

Excluindo os elementos mais voláteis, que são os preços da energia e da alimentação, a inflação subjacente homóloga foi de 1,9% em abril, contra 2,0% em março.

O Índice de Preços no Consumidor (IPC) abrandou em abril em países como o Japão (de 1,1% para 0,6%), Itália (de 0,8% para 0,5%) e, embora marginalmente, Canadá (de 2,3% para 2,2%) e Reino Unido (de 2,3% para 2,2%).

Em sentido contrário, os preços aumentaram ligeiramente nos EUA (de 2,4% para 2,5%) e mantiveram-se estáveis em França e na Alemanha (ambos nos 1,6%).

Na zona euro, a taxa de inflação abrandou uma décima para 1,2% em abril.

As taxas de inflação mais altas dos 35 Estados-membros da OCDE foram registadas na Turquia (10,8%) e no México (4,6%).

Fora da OCDE, a taxa de inflação mais alta nos grandes países emergentes do G20 voltou a ser, com uma grande diferença, a da Argentina, com 25,5%.

Em abril, a inflação desacelerou na Índia (de 4,4% para 4,0%), China (de 2,1% para 1,8%) e Arábia Saudita (de 2,8% para 2,5%), tendo-se mantido estável na Indonésia (nos 3,4%) e na Federação Russa (nos 2,4%) e aumentado na África do Sul (de 3,7% para 4,3%), Brasil (de 2,7% para 2,8%) e Argentina (de 25,4% para 25,5%).

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