Inflação

Taxa de inflação na OCDE manteve-se em 2,9% em agosto

Inflação caiu mais no Japão e no Canadá

A taxa de inflação homóloga manteve-se em 2,9%, com uma desaceleração dos custos da energia que foi compensada pela subida dos preços dos alimentos.

A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) explicou esta terça-feira num comunicado que o aumento dos preços da energia em agosto face ao mesmo mês de 2017 foi de 10,2%, contra 11,1% verificada em julho.

Em contrapartida, o aumento dos preços dos alimentos foi de 2% em agosto, contra 1,8% em julho. Assim, a inflação homóloga (que exclui os elementos mais voláteis que são a energia e os alimentos) manteve-se em 2,1% em agosto face ao mesmo mês de 2017, o mesmo nível de julho.

Entre os países membros, a inflação geral manteve-se em França (2,3%) ou na Alemanha (2%), desacelerou ligeiramente nos Estados Unidos (duas décimas, para 2,7%), no Canadá (duas décimas, para 2,8%), em Espanha (uma décima, para 2,2%) ou no conjunto da zona euro (uma décima, para 2%).

Houve acelerações da inflação em Itália (uma décima, para 1,6%), Reino Unido (uma décima, para 2,4%) ou, mais claramente, no Japão (quatro décimas, para 1,3%).

Os países da organização com as taxas de inflação mais elevadas em agosto foram a Turquia (17,9%), México (4,9%), Estónia (3,6%) e Hungria (3,4%).

E entre os países do G20, mais uma vez destacou-se a Argentina com 34,4%, que também registou a maior subida de julho para agosto (31,2%).

A subida da inflação na Argentina tem sido ininterrupta desde que a OCDE começou a publicar as estatísticas daquele país em dezembro de 2017 (na altura a taxa de inflação era de 24,8%).

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