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Taxa de desemprego na OCDE mantém-se em 6,5%

Fotografia: Miguel Pereira/Global Imagens
Fotografia: Miguel Pereira/Global Imagens

A taxa de desemprego no conjunto dos países que integram a OCDE manteve-se, em fevereiro, nos 6,5%, e subiu duas décimas em Portugal, para os 12,3%.

A taxa de desemprego no conjunto dos países que integram a Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento (OCDE) manteve-se, em fevereiro, nos 6,5%, e subiu duas décimas em Portugal, para os 12,3%.

Segundo a OCDE, o número de pessoas que procuram trabalho diminuiu em 8,8 milhões, depois de ter atingido um máximo em janeiro de 2013, mas continua a ser 7,5 milhões superior aos valores de abril de 2008, antes da crise económica e financeira global.

No total, os 6,5% da população ativa desempregada correspondem a 40 milhões de pessoas, sendo a zona euro a região com a taxa de desemprego mais elevada (10,3%, menos uma décima do que em janeiro), seguindo-se o conjunto da União Europeia, com 8,9% (inalterada face ao mês anterior).

A Grécia é o Estado-membro com a taxa mais elevada (24%, segundo os últimos dados disponíveis, de dezembro), seguindo-se Espanha, com 20,4% em fevereiro (menos uma décima do que em janeiro).

Segue-se Portugal, com 12,3% (mais duas décimas do que em janeiro), Itália (11,7%, uma décima acima de janeiro), Eslováquia (10,3% e duas décimas menos) e França (10,2%, inalterada).

O país da OCDE que registou menos desemprego em janeiro foi o Japão, com 3,3% (o mesmo valor que em janeiro), seguido da Coreia (4,1%), México (4,2%), Alemanha (4,3%), República Checa (4,5%) e Estados Unidos (4,8%).

Nos países do G7, o desemprego médio foi de 5,6%, inferior em uma décima ao mês anterior.

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