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Taxa máxima dos cartões de crédito volta a baixar em 2016

A taxa de juro máxima que os bancos vão poder cobrar aos clientes nos primeiros três meses de 2016 nos cartões de crédito voltou a descer, tendo sido fixada em 17,9%. Trata-se do valor mais baixo desde que o Banco de Portugal começou a definir tetos máximos, em 2010.

Aquele patamar de 17,9% vai servir também de referência para as linhas de crédito, contas correntes bancária e facilidades de descoberto, bem como para os casos de ultrapassagens de crédito, segundo revela a informação disponibilizada esta quinta-feira pelo Banco de Portugal.

As taxas de juro máximas nos cartões de crédito situaram-se pela primeira vez abaixo da fasquia dos 20% no segundo trimestre deste ano e têm mantido uma rota descendente desde então. Neste quarto trimestre a taxa anual de encargos efetivos globais (TAEG) foi de 18,4%.

Já quem contrair créditos pessoais (para fazer face a despesas de educação, saúde, energias renováveis ou locação financeira de equipamentos) será confrontado com uma TAEG de 5,3% (menos 0,1 pontos percentuais do que no último trimestre de 2014). A taxa de juro máxima dos restantes tipos de crédito pessoal (sem finalidade específica) vai manter-se inalterado nos 14,8%.

No crédito automóvel, os novos máximos de juros que podem ser praticados vão variar entre os 6,1% (para as contratos de ALD de carros novos) e os 13%, quando em causa está o financiamento de contratos de reserva de propriedade de usados.

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