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Tornar Portugal no país mais competitivo do mundo

Campus Nova SBE em Carcavelos.
( Álvaro Isidoro / Global Imagens )
Campus Nova SBE em Carcavelos. ( Álvaro Isidoro / Global Imagens )

Tirar o melhor partido do melhor que Portugal tem para levr-nos a todos mais longe. É este o ponto de partida para o prémio FIRMA/Nova

Um país com condições privilegiadas, excelente localização geográfica, estabilidade política, com espírito inovador e capacidades profissionais reconhecidas lá fora. Portugal tem ingredientes de peso a seu favor, mas parece nunca chegar a conseguir liderar. O que nos falta, então?

É mais ou menos deste ponto que parte o tema central do prémio FIRMA, lançado amanhã em parceria com a Nova School of Business & Economics, que arranca com uma mesa redonda dedicada ao tema Como Transformar Portugal na Economia Mais Competitiva do Mundo e contará com as contribuições de Mariana Vieira da Silva, ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Adolfo Mesquita Nunes, ex-secretário de Estado do Turismo, Marta Palmeiro, partner da Pier Partners e membro do board da FIRMA Foresight, e José Tavares, professor da Nova/SBE.

Nesta sessão de lançamento, que acontece nesta terça-feira, entre as 18.00 e as 19.00 — contando ainda com apresentações de Fernando Soares (Reitoria da Nova) e Bernardo Theotónio-Pereira (partner da FIRMA) e tendo o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa no encerramento — e que marca o primeiro evento de uma parceria que se prevê duradoura, estabelecida entre a FIRMA e a Nova, será precisamente esse o desafio: encontrar pistas para pôr Portugal no caminho certo.

Veja aqui o programa completo

Prémio FIRMA & Futuro

Tendo sido criada há três anos como empresa portuguesa especializada em análise de risco geopolítico com impacto no ambiente de negócios e em negociação estratégica na aquisição de ativos e resolução de conflitos empresariais e institucionais, a FIRMA foca ainda a sua atividade “na prossecução de causas que promovam o alinhamento entre o setor público e político, as empresas, os mecenas, a academia e a sociedade civil”, conforme explicam os seus patners.

E é justamente desse espírito que surge agora, pela primeira vez, o Prémio FIRMA & Futuro, que pretende ser um marco de excelência no panorama nacional. A ideia, explica ao Dinheiro Vivo Bernardo Pires de Lima, é tirar o melhor partido “da cooperação gerada entre universidades, empresas e instituições”, de forma a conseguir uma cada vez maior valorização dos recursos humanos e do país.

“Temos condições privilegiadas, então porque não avançamos a melhor ritmo”, questiona o responsável que pretende trazer esse debate para a sociedade civil e despertar contribuições de todos os tipos para esta reflexão. “Havendo ideias que sejam exequíveis do ponto de vista da realidade empresarial, estamos mesmo disponíveis para as integrar”, avança.

Este Prémio espelha o posicionamento estratégico da FIRMA: um interface multidisciplinar, sustentado e promotor de sinergias entre entidades públicas e privadas de forma a potenciar todos os recursos de Portugal. “Só assim teremos um país socialmente mais coeso, economicamente mais forte e geopoliticamente mais competitivo.”

Nesta primeira edição do Prémio FIRMA & Futuro, as propostas finalistas serão apresentadas – em modelo pitch – a um júri a ser definido pela FIRMA, com o foco no possível desenvolvimento conjunto entre o vencedor e o tecido empresarial, estando a entrega da distinção marcada já em cerimónia pública, para dezembro, numa cerimónia pública a acontecer no campus de Carcavelos da NOVA, onde amanhã é lançado.

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