Formação para executivos

Três universidades portuguesas estão ranking do FT de formação de executivos

Instalações do novo campus da Nova School of Business & Economics (Nova SBE), em Carcavelos (TIAGO PETINGA/LUSA)
Instalações do novo campus da Nova School of Business & Economics (Nova SBE), em Carcavelos (TIAGO PETINGA/LUSA)

A Católica Lisbon School of Business & Economics, a Nova SBE e a Porto Business School estão na lista das melhores escolas na formação de executivos.

Há três universidades nacionais que integram a lista do jornal britânico Financial Times (FT) das melhores escolas para a formação de executivos. Duas são na capital e uma na Invicta.

A Nova School of Business & Economics (Nova SBE) subiu dez lugares no ranking mundial de programas customizados para empresas passando a estar no 52º lugar a nível mundial, de acordo com o comunicado enviado às redações. Subiu também cinco posições na lista global de Escolas de Formação de Executivos, sendo a 45ª escola melhor classificada em termos mundiais. “É assim a escola de gestão portuguesa mais bem avaliada no ranking do The Financial Times de formação de executivos ficando em 23º lugar no ranking europeu”.

Daniel Traça, Dean da Nova SBE, sublinha, no documento, que “este resultado é uma progressão natural da dedicação coletiva de pessoas e organizações pioneiras, focadas na mudança transformadora e no impacto sustentável. Temos consciência do caminho a percorrer e do compromisso assumido com os nossos parceiros”.

Universidade Católica há 13 anos na lista do FT
Há mais de uma década que a Universidade Católica de Lisboa está na lista das melhores instituições de ensino para o FT. E neste ano o feito repete-se. No Ranking Global Mundial do Financial Times 2019, para Formação de Executivos, a Católica-Lisbon está no Top 25 Europeu e ocupa a 48º posição a nível mundial, segundo o comunicado enviado às redações.

Para este resultado, contribuiu a avaliação em termos do número de clientes e participantes internacionais, bem como as parceiras criadas com outras escolas de referência mundial. Céline Abecassis-Moedas, diretora para a Formação de Executivos, considera que a posição ocupada pela instituição reflete o esforço para responder às necessidades apresentadas pelas empresas.

“Temos uma posição forte e a consciência que precisamos de continuar a inovar numa perspetiva de melhoria contínua. É fundamental continuarmos a apostar na orientação para o cliente, isto é, estarmos constantemente atentos às necessidades das empresas, e dos mercados, e assim oferecermos serviços de formação alinhados com essas necessidades, e ao mesmo tempo trazer ideias novas ao mundo empresarial através de uma educação inovadora. É nessa perspetiva que, nos próximos meses, lançaremos novos programas em temáticas como Inteligência Artificial, Blockchain e Responsible Business”, sublinha.

Porto Business School escala 11 posições
A Porto Business School é a terceira instituição nacional a integrar o ranking do Financial Times. Esta escola de negócios subiu 11 posições na categoria de Formação Customizada para Executivos, passando da 75ª para a 64ª posição, segundo o documento enviado às redações.

No que diz respeito aos programas de formação aberta, a Porto Business School é “a 14ª escola de negócios do mundo que registou o maior crescimento nos programas abertos de formação para executivos”. As parcerias com instituições de outros países são uma das categorias onde a escola de negócios da Universidade do Porto “pontua melhor, ocupando a 34ª posição entre as 80 escolas” que estão na lista.

Ramon O’Callaghan, dean da Porto Business School, defende em comunicado que o objetivo da instituição é “oferecer a melhor formação para executivos e, por isso, este reconhecimento diz-nos muito. A Porto Business School está entre as 100 melhores escolas de negócios do mundo, desde 2011. Somos cada vez mais a escolha de quem procura programas relevantes e personalizados, que permitam desenvolver as competências necessárias para a gestão do presente, mas sobretudo do futuro, equipando indivíduos e organizações para serem precursores da mudança. Este resultado é um ‘voto de confiança’ dos nossos alunos e clientes, que são inquiridos para a elaboração deste ranking do Financial Times, e funciona para nós como um catalisador da nossa vontade permanente de evoluir na oferta que apresentamos, e que permite que alunos e empresas sejam agentes de transformação, em Portugal e no mundo”.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
O ensino profissional é uma das áreas em que Portugal se posiciona pior na tabela do IMD World Talent Ranking 2019. Fotografia: Miguel Pereira/Global Imagens

Portugal é 23º no ranking mundial de talento. Caiu seis posições

O ensino profissional é uma das áreas em que Portugal se posiciona pior na tabela do IMD World Talent Ranking 2019. Fotografia: Miguel Pereira/Global Imagens

Portugal é 23º no ranking mundial de talento. Caiu seis posições

Foto: D.R.

TAP soma prejuízos de 111 milhões até setembro. E vai contratar mais 800 pessoas

Outros conteúdos GMG
Três universidades portuguesas estão ranking do FT de formação de executivos