Economia

Tribunal de Contas aprova Plano Estratégico para 2020-2022

Fotografia: Rodrigo Cabrita/Global Imagens
Fotografia: Rodrigo Cabrita/Global Imagens

Plano privilegia a participação dos auditores e auditados e a priorização das ações a desenvolver com o reforço da análise de risco.

O Tribunal de Contas (TdC) aprovou o Plano Estratégico para o período de 2020 a 2022, que privilegia a participação dos auditores e auditados e a priorização das ações a desenvolver com o reforço da análise de risco, foi hoje anunciado.

De acordo com um comunicado enviado hoje pela instituição às redações, o TdC “aprovou o Plano Estratégico para o período 2020-2022, tendo por base um novo modelo que privilegia a participação dos auditores e dos auditados, reforça a metodologia de análise de risco na priorização das ações a desenvolver e prevê uma sistemática flexibilidade face às mudanças rápidas e imprevistas”.

Na mesma nota, a instituição esclarece que, nos próximos três anos, o TdC “quer atingir quatro grandes objetivos estratégicos”, sendo eles “uma forte aposta na relevância da sua contribuição para uma trajetória de rigor e sustentabilidade das finanças públicas portuguesas”, “um significativo investimento na modernização”, a “reorganização da sua estrutura e modo de atuação” e também a “qualificação e rejuvenescimento dos seus recursos humanos”.

Para atingir estes objetivos, o TdC diz que vai dar prioridade aos desafios e riscos “associados à preparação para a sociedade digital, ao desenvolvimento sustentável, bem como aos impactos da evolução demográfica e das alterações climáticas”.

“O Tribunal compromete-se a reforçar a política de transparência e abertura à sociedade, evoluindo para uma abordagem mais integrada e articulada das várias valências do controlo financeiro, que confiram maior relevância, eficiência e eficácia à sua atuação e contribuam para reforçar a confiança dos cidadãos na gestão financeira pública”, sublinha, em comunicado, o presidente do TdC, Vítor Caldeira.

O TdC é o órgão supremo de fiscalização da legalidade das despesas públicas, com jurisdição e poderes de controlo financeiro no âmbito da ordem jurídica portuguesa, tanto no território nacional como no estrangeiro.

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