Turismo

Turismo do Porto e Norte destaca 3º lugar no ranking de dormidas até junho

O Porto e Norte de Portugal foi a terceira região do país com mais dormidas no primeiro semestre, registando um crescimento de 6,2%.

O Porto e Norte de Portugal foi a terceira região do país com mais dormidas no primeiro semestre, registando um crescimento de 6,2% para quase 3,5 milhões de dormidas, destacou esta quarta-feira, 15, a associação de turismo local.

Em comunicado emitido na sequência dos dados da atividade turística divulgados na segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) salienta que esta evolução ficou “muito acima do valor médio nacional de 0,5%”, sendo os resultados obtidos “francamente positivos para uma região que há nove anos não tinha espaço no setor do turismo nacional”.

“Estamos no terceiro lugar do ‘ranking’ nacional [depois do Algarve e da Área Metropolitana de Lisboa] e isso deve-se a um trabalho concertado do setor privado e do setor público de toda a região Norte”, sustenta o presidente da TPNP, Melchior Moreira, acrescentando que “estes resultados vêm consolidar os obtidos no ano de 2017”.

Segundo a TPNP, “junho foi também um mês de bons resultados, com mais 3,1% de dormidas do que no período homólogo, muito acima da média nacional de crescimento, a qual conheceu um valor negativo (-2,9%)”.

“A estada média no Porto e Norte subiu em junho para 1,84 noites, uma subida de 0,7%, enquanto a taxa média de ocupação subiu ligeiramente para 52,7%, únicos valores positivos nas várias regiões e na média nacional”, refere.

Em junho, a TPNP destaca ainda a manutenção da “tendência de crescimento nos proveitos” na região do Porto e Norte, com os proveitos totais a aumentarem 11,9%, para os 47,5 milhões de euros, e os de aposento 13%, para os 36,8 milhões de euros, “muito acima da média nacional de 7,8%”.

No que respeita ao RevPAR (rendimento médio por quarto disponível), a associação aponta o resultado “acima dos 55,9 euros” registado em junho na região, um crescimento próximo dos 10% em termos homólogos e que mantém “a tendência de crescimento bastante acima da média nacional (7,15%)”.

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