8.º Aniversário DV

Uma ideia para o futuro de Portugal

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80 empresários, gestores e líderes dos mais variados setores apresentam as suas propostas para a década.

“A minha proposta prioritária para o país é aquela que trará maior dignidade à sociedade e maior consistência à economia: investir em literacia digital. O futuro é digital e Portugal só poderá afirmar-se como país competitivo com recursos humanos e cidadão preparados e com competências.”
Alexandre Fonseca, presidente da Altice Portugal

“Acautelar o bem-estar dos nossos filhos e netos nas decisões tomadas do ambiente às pensões ou dívida. A sociedade pode e deve ser mais justa e comprometida com as gerações futuras.”
Isabel Mota, presidente da Fundação Calouste Gulbenkian

“Foco prioritário na estratégia de criação de mais riqueza e prosperidade, o que significpaya atuar para subir investimento e melhorar a produtividade. A distribuição de riqueza requer a sua prévia geração. Temos um caminho longo a percorrer para atingir metas próximas dos países do centro da Europa.”
Faria de Oliveira, presidente da APB

“Estabilizar o quadro legislativo das comunicações de forma a garantir condições para a inovação e os investimentos essenciais a um setor indissociável de futuro.”
Pedro Mota Soares, secretário-geral da APRITEL

“Portugal deve criar mais instrumentos para apoiar a capacitação de empresas e colaboradores. Só assim será possível acelerar a transição digital e o reforço da sua capacidade para competir nos mercados internacionais com produtos e serviços com maior incorporação de conhecimento e mais sustentáveis.”
Nuno Mangas, presidente do IAPMEI

“A inovação e a sustentabilidade têm de ser as duas grandes referências para os próximos anos.”
António Rios de Amorim, CEO da Corticeira Amorim

“Sugeria a garantia de estabilidade legislativa que permitisse às empresas desenhar e implementar planos de médio e longo prazo.”
Miguel Almeida, CEO da NOS

“Transformar Portugal num hub de inovação global, num país que, aos olhos de quem investe, inova e cria valor, seja um destino natural para testar negócios, experimentar ideias e partilhar conhecimento. Em cinco passos: competir pelo talento, reforçar a infraestrutura digital, inovar na política de fiscalidade, gerar ecossistemas de inovação e posicionar a marca Portugal para todos.”
Jorge Ribeirinho Machado, professor da AESE Business School

“Reduzir o nível de perdas nos sistemas de abastecimento de água num esforço que mobilize Estado, privados e comunidades. Agir na distribuição e nos comportamentos para enfrentar as alterações climáticas.”
António Pereira da Cunha, CEO do grupo Aquapor

“A cidade deve ser pensada e desenhada para pessoas, não para carros.”
Haya Douidri, Bird

“Mais e melhor crescimento, assente em acréscimos de produtividade e políticas públicas virtuosas, que estimulem o investimento, as exportações e a valorização da oferta nacional. Valorizar as pessoas, promover a economia circular e reforçar o papel das empresas e associações.”
Luís Miguel Ribeiro, pres. Associação Empresarial Portuguesa

“Criar condições para um rejuvenescimento da população através de incentivos à natalidade, reforçar o esforço da implementação de um sistema de justiça mais eficiente e apostar no desenvolvimento de políticas que mantenham os altos níveis de confiança dos consumidores.”
Nuno Pinto de Magalhães, dir. Comunicação e Relações Institucionais da Central de Cervejas

“Reinventar o trabalho. Na redefinição do lugar do trabalhador na criação e repartição de riqueza vai assentar o equilíbrio social.”
Rui Riso, presidente do SBSI e SAMS

“Sermos referência na UE pela capacidade de pôr educação, conhecimento e inovação ao serviço da sociedade que se quer mais equitativa, justa e coesa, garantindo a todos a oportunidade de um futuro digno.”
João Sàágua, reitor NOVA Lisboa

“Criar um cheque-formação individual para toda a população empregada, entregue anualmente e com obrigatoriedade de ser devolvido se não utilizado. Potencia a agilidade das pessoas e das empresas ante os novos desafios e tecnologias.”
Maria de Fátima Carioca, dean da AESE Business School

“O património cultural deve ser gerido de forma integral e em rede, juntando parcerias, para garantir a sua requalificação, sustentabilidade e atratividade ao público. E ainda usar realidade aumentada e virtual como forma de divulgar a nossa cultura a cada vez mais jovens.”
Sofia Cruz, pres. Parques Sintra

“Pôr indústrias culturais e criativas no centro do modelo de desenvolvimento. Elas são garante de diversidade e promoção dos valores que unem o tecido social; motor de emprego, resiliência económica e crescimento inteligente e fator essencial à identidade e coesão do país.”
Manuel José Damásio, diretor do DCAM da U. Lusófona e pres. Ass.. Eur. Escolas de Cinema e Audiovisual

“Que o imobiliário esteja no centro da discussão e beneficie quer quem procura a casa ideal quer os investidores estrangeiros que veem no país uma oportunidade de negócio. Entre inúmeras prioridades, destaco mais incentivos ao arrendamento e a descida do IVA na construção para 6%.”
Pedro Lancastre, dir.-geral JLL

“Agir contra as alterações climáticas – o privado tem um papel aqui. Para um futuro sustentável é ainda urgente repensar o modelo educativo, adaptando-o ao desafio da transformação digital.”
Jorge Sá Couto, chairman jp.ik

“O futuro trará o justo reconhecimento e valorização do nosso vinho no panorama internacional.”
João Portugal Ramos, produtor de vinhos e enólogo

“A regionalização é urgente. Valorizar as características próprias de cada região, fixar rendimentos produzidos e fazê-las repousar neste valioso denominador comum que é a portugalidade garante a necessária consolidação democrática e abre um mundo de oportunidades sociais e económicas, particularmente relevantes no desenvolvimento turístico sustentado e responsável.”
Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte

“Inovar e criar valor nas soluções de bens e serviços, apostando no trading de know how e tecnologia entre universidades, centros de investigação e empresas, com novos investimentos em áreas estratégicas relacionadas com a circularização da economia, reduzindo o desperdício, recuperando o acesso ao mercado de utilities, fomentando serviços de tecnologia e engenharia.”
Carlos Rodrigues, Adm. Luságua

“Assegurar que nenhuma empresa ou cidadão fica excluído da revolução digital e que todos beneficiam de um acesso à internet e comunicações telefónicas e postais de máxima qualidade e a preços competitivos. Essencial para a coesão territorial e para que as gerações mais jovens tenham verdadeira igualdade de oportunidades.”
Cadete Matos, pres. Anacom

“A estabilidade política e fiscal, a inovação como paradigma, a valorização das pessoas com programas de formação úteis, a reforma séria da educação e a sustentabilidade ambiental serão fundamentais. Para atingir estes objetivos há que fazer compromissos, mobilizar vontades e estimular a criatividade e a competitividade.”
Gonçalo Lobo Xavier, APED

“Promoção da habitação acessível para jovens e classe média, que hoje sofrem as consequências de décadas sem resposta efetiva de uma política habitacional. Que o Estado tenha um papel ativo na promoção do aumento da oferta a preços acessíveis, com programas efetivos e eventuais parcerias público-privadas que permitam um aumento da oferta a preços controlados.”
Luís Lima, presidente da APEMIP

“Atingirmos o nível de qualidade de vida para toda a população residente, sendo necessário o aumento da eficiência produtiva, o crescimento real do nível médio de rendimento disponível por família e mais balanço entre vida laboral e privada.”
Nuno Luz, diretor-geral da FNAC

“Ambição nacional que passe por ter consenso em torno dum modelo de crescimento assente em setores que contribuam para o desenvolvimento sustentável e a economia circular.”
Rui Ferreira, presidente APCOR

“Um Semáforo do Impacto Ambiental nos bens de consumo, informando sobre a sustentabilidade do ciclo de vida ajudar-nos-ia a tomar decisões. É votar com o seu dinheiro.”
Nuno Brito Jorge, fundador da Coopérnico e GoParity

“Temos tudo para ser o paraíso para empresas e trabalhadores: talento, qualidade de vida e facilidade nos idiomas. Para criar emprego e captar talento e investimento estrangeiro, é preciso uma redução brutal de IRC e IRS e mudar a lei laboral.”
Duarte Líbano Monteiro, diretor-geral ibérico da Ebury

“Que o país siga o caminho de Cascais e todos os transportes públicos possam ser gratuitos para os munícipes e tendencialmente gratuitos nas áreas metropolitanas em breve.”
Nuno Piteira Lopes, vereador da Câmara Municipal de Cascais

“Convidar todas as grandes empresas portuguesas e o setor público, em linha com a Diretiva Europeia de Informação Não Financeira, a partilhar informação relevante da sua operação ao nível da sustentabilidade. As organizações devem mostrar nos relatórios o plano de sustentabilidade em toda a cadeia de valor.”
Carlos Barros, managing director da Fujitsu Portugal

“Portugal é dos países onde a demografia implicará maior reforço orçamental na Saúde. Para acomodar a pressão demográfica e a inovação que vem sendo criada com ganhos fortes em saúde, não basta reforçar verbas, são necessários orçamentos plurianuais que garantam estabilidade e previsibilidade para o setor e um modelo de financiamento que valorize os melhores resultados.”
Filipa Mota e Costa, diretora-geral da Janssen Portugal

“Concentrar-nos no enorme património moral e natural que nos faz ser solidários com tudo e todos os que sofrem, ter vergonha de não sermos suficientemente bons e capacidade de ver e apreciar a natureza e beleza até nas pequenas coisas é a nossa maior riqueza.”
Victor Gandarela Vasques, business activator da CO-UP BA

“Investir na qualificação de trabalhadores, gestores incluídos, para a economia da digitalização. Subir salários e aumentar a flexibilidade laboral para novas formas de trabalho e organizações. Altos salários poderão reconfigurar o ecossistema empresarial, investimento em mais capital produtivo e meritocracia.”
Paulo Carmona, presidente FAE

“Perceber que a nossa verdadeira riqueza está no património. Portugal é um país de herança de tradições.”
Nuno Marinho, presidente da Ass. Ourivesaria e Relojoaria de Port.

“Um Estado mais interventivo na exigência às empresas em planos de formação com valor acrescentado, para fazer face à constante alteração da envolvente económica (novas tecnologias) que conduz a uma menor procura por profissões indiferenciadas, mas também à imigração jovem e à reduzida natalidade.”
António Monteiro, country manager da Iberinform Portugal

“Apostar em educação, transformação de competências e requalificação de RH que nos dê valências para atrair os melhores talentos, em plena transformação da economia global, e para sermos um hub de excelência, intensificando as exportações de serviços e know how português.”
Luís Urmal Carrasqueira, diretor-geral da SAP

“A inteligência artificial assume-se como uma das áreas mais emocionantes e que se antecipa figurar no topo da agenda da próxima década.”
Miguel Araújo, dir. Com. Relações Institucionais da Super Bock

“Que o setor vitivinícola se continue a consolidar como uma referência da inovação e da sustentabilidade no mundo, reforçando valor, dinamismo e contributo para o emprego e para as exportações nacionais.”
Fernando da Cunha Guedes, CEO da Sogrape

“Continuar a contribuir para a eficiência na cadeia de valor, liderando a promoção da competitividade, sustentabilidade e transformação digital dos agentes económicos.”
João Guimarães, dir.-exec. GS1

“O vinho propõe-nos bons negócios. É um setor que se radica no interior, gerando riqueza e postos de trabalho onde escasseiam alternativas.”
Manuel Pinheiro, pres. Comissão de Vitic. Região dos Vinhos Verdes

“Da qualidade da educação virá o conhecimento capaz de fazer promover o desenvolvimento sustentável. O futuro tem ainda de passar pela indústria, verdadeiro trigger para emprego, IDE, inovação, criação de riqueza e modernidade.”
João Miranda, CEO da Frulact

“Reduzir e repensar o consumo, reutilizar, separar resíduos e melhorar o processo de recolha e reciclagem.”
Pedro Nazareth, diretor Electrão

“A próxima década terá como tema a transição energética, num complexo xadrez de coordenação de estratégias entre os Estados para garantir, em simultâneo, a competitividade, a sustentabilidade e a segurança no abastecimento de energia.”
Suzana Toscano, diretora AGN

“Superar os padrões de qualidade. Procurar sempre soluções inovadoras que excedam necessidades do mercado, estimulando pensamento crítico, criativo, espontâneo e honesto. Errar rápido e incorporar a experiência dos menos jovens.”
João Oliveira Crespo, diretor ISQ

“Estabelecer estratégias claras de enriquecimento demográfico é um desígnio nacional prioritário. E uma escola mais flexível e atualizada, focada nas novas competências.”
Pedro Diogo Vaz, senior partner da Superbrands

“Responder ao maior desafio de Saúde Pública: integração de cuidados, com foco na base da pirâmide; Cuidados de Saúde Primários, centrados na pessoa e não na doença.”
Carla Nunes, diretora da Escola Nacional de Saúde Pública

“Reduzir a taxa de IRC para metade permitiria aumentar emprego, consumo e investimento e gerar mais receita (IVA, IRS, Segurança Social).”
Marco Freire, COO da Whitestar

“Portugal deve posicionar-se como uma geografia com um business environment de referência, convidativa a quem quer iniciar e desenvolver negócios e a quem procura lazer.”
Paulo Gil André, managing partner da Baker Tilly

“Aproveitar todo o potencial na área das TIC e rentabilizá-lo no desenvolvimento da economia digital para sermos um hub tecnológico de referência na Europa.”
José Manuel Oliveira, CEO da Decunify

“Prosseguir o caminho do desenvolvimento de uma mobilidade aérea sustentável e inclusiva: abrir Portugal ao mundo e criar valor.”
Thierry Ligonnière, CEO da ANA

“A subida da esperança média de vida e da idade da reforma pode ter impacto significativo na capacidade de inovação e competitividade. Será necessário ajustar a organização das empresas, introduzindo maior flexibilidade de horários e um maior investimento em recém-licenciados, garantindo acesso a carreiras que promovam a inclusão e diversidade. O comércio móvel irá manter-se como uma tendência crescente, numa era marcada pela inteligência artificial.”
Miguel Fernandes, diretor de negócios da PayPal Portugal

“Oferecer soluções como carsharing para quem não quer comprar carro mas está sempre em movimento, mas assegurar soluções também a quem valoriza o ownership e procuram opções sustentáveis.”
Massimo Senatore, diretor-geral da BMW Portugal

“Acelerar o desenvolvimento económico e social. A indústria do vestuário e da moda continuará a contribuir para a competitividade da economia, coesão social e territorial.”
César Araújo, pres. da ANIVEC

“Gerir de pessoas irá exigir a implementação de estratégias para atração e retenção de talento.”
Isabel Azevedo, CEO Fricon

“O que nos distinguirá da concorrência internacional: a capacidade de atrair e reter talento especializado.”
Sebastião Lancastre, Easypay

“Instituir um compromisso para a década que ofereça estabilidade e previsibilidade necessárias para se potenciar a agricultura como motor de crescimento e emprego, promovendo a agregação de valor em sintonia com metas ambientais.”
Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da CAP

“Transformação das empresas pela modernização digital, inovação em produto e processo, por via da capacitação interna ou integração em dinâmicas de inovação e investigação colaborativa. Para melhor enfrentar novos desafios e mercados.”
Amândio Santos, presidente da PortugalFoods

“Um território mais coeso, com melhores níveis de competitividade e sustentabilidade, que assegure crescimento, qualidade de vida e geração de novas oportunidades em espaços como o Interior.”
Manuel Reis Campos, presidente da AICCOPN

“Apostar nas pessoas através da educação, saúde e solidariedade social; desenvolver a economia sustentada nas exportações, turismo, inovação e robustez das empresas; reformar e modernizar o Estado.”
Pedro Pires de Miranda, CEO da Siemens Portugal

“Não temos de inventar a roda, basta usar a que os outros já criaram e experimentaram com sucesso.”
Mário Jorge Machado, pres. ATP

“Dar centralidade ao trabalho e aos direitos dos trabalhadores.”
Arménio Carlos, sec.-geral CGTP

“Um pacto de regime para o crescimento da economia, assente na promoção da competitividade.”
Paulo Vaz, diretor-geral da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal

“Reforçar as condições para atrair e sobretudo manter talentos para desenvolver os setores que serão estratégicos: ambiente, inovação, lazer e saúde. Que nos mantenhamos um dos países mais eco-friendly.”
Miguel Checa, diretor-geral da Goldenergy

“À imagem do que se fez na promoção como destino turístico, deveríamos, agora, fazer o mesmo para atrair talento. Só assim poderemos ambicionar ser competitivos e combater o verdadeiro inferno demográfico que é seguramente o maior desafio de Portugal.”
Miguel Fontes, diretor-executivo da Startup Lisboa

“Um choque de natalidade e imigração qualificada jovem como política de longo prazo extremamente agressiva, um desígnio nacional.”
Filipe Santos, dean da Católica Lisbon School of Business&Economics

“Intensificação da inovação e da automação, acompanhada da mobilização dos vários atores (educadores, empregadores e governo) para a valorização do capital humano e da atração de talento.”
Pedro Queiroz, diretor-geral FIPA

“Com uma digitalização crescente em todos os setores cabe também ao Estado procurar ganhos de eficiência nos serviços, investindo na simplificação, automação e qualidade. Um Estado mais eficiente cria condições para reduzir e simplificar impostos e encargos sociais – é essencial para a competitividade.”
Miguel Salgueiro, CEO Nextbitt

“O futuro na saúde passa por responder a três desafios: combate às desigualdades; melhoria no acesso; promoção de hábitos de vida saudáveis. Para isso é preciso financiamento adequado, um programa de investimento em infraestruturas e equipamentos, uma aposta nos sistemas de informação e captação de recursos humanos.”
Fernando Araújo, presidente do Conselho de Adm. do CHUSJ

“Reforma do Estado e desburocratização de processos são expressões gastas pelo uso continuado mas até hoje quase sem efeito prático. É urgente reformar e simplificar.”
Luís Mesquita Dias, Vitacress

“Lançar as bases de um capitalismo 2.0 que reconcilie criação de riqueza e sustentabilidade a longo prazo. O capitalismo pode e deve ser verde.”
Pedro Norton, CEO da Finerge

“Um projeto mobilizador que inspire a sociedade para o desenvolvimento de um país sustentável e explore aquilo em que nos distinguimos. É importante definir-se visão e estratégia a dez ou mais anos, apoiada por políticas públicas, mas que envolva a sociedade e o setor privado.”
António Miguel Ferreira, CEO da Claranet

“A mudança já começou, mas é fundamental a adoção de soluções de baixo carbono.”
João Bento, CEO dos CTT

“Portugal terá de se posicionar, reformulando o ensino e focando-se em competências digitais como a Programação e o Inglês.”
Benjamim Simões, Cofidis

“Implementar uma estratégia para a educação de qualidade, atração de emigrantes e imigrantes para inverter o saldo negativo de população.”
Margarida Almeida, CEO da Amazing Evolution

“Que em 2030, sejamos reconhecidos internacionalmente pelo talento. Um país que alia às suas raízes a inovação a sentido crítico apurado.”
Luís Onofre, pres. APICCAPS

“Tirar partido dos benefícios da revolução digital em prol do desenvolvimento económico e social.”
Mário Vaz, CEO da Vodafone

“Portugal tem tudo para dar certo. Precisa investir na educação, orientando-a para ciência, tecnologia, matemática e engenharia, posicionando-se para a liderança tecnológica na UE.”
Kenneth Norris, Somincor

“Apostar forte na qualidade e estratégias que promovam adequação de cuidados numa ótica multidisciplinar permite olhar com otimismo a evolução demográfica, a inovação tecnológica e as mais exigentes expectativas das pessoas na saúde.”
Graça Feitas, Dir.-geral da Saúde

“Apostar no bom que temos. Os turistas são o nosso petróleo. Há que dotar as cidades de equipamentos e políticas definidas para atrair um turista exigente e que gaste mais.”
Rui Paula, chef

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