Coronavírus

Unilever contribui com 100 milhões para combater a pandemia

Unilever comercializa em Portugal marcas como Dove, Lipton e Axe. Fotografia: Lex Van Lieshout/EPA
Unilever comercializa em Portugal marcas como Dove, Lipton e Axe. Fotografia: Lex Van Lieshout/EPA

O grupo vai doar sabonetes, desinfetantes, lixívia e bens alimentares, e lançou medidas de apoio para os colaboradores, clientes e fornecedores.

A Unilever, fabricante de bens de consumo de marcas como Dove, Knorr, Skip e Lifebuoy, vai contribuir com 100 milhões de euros para ajudar a combater a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O grupo vai doar sabonetes, desinfetantes, lixívia e bens alimentares a comunidades a nível mundial. Em simultâneo, lançou medidas de apoio para os colaboradores, clientes e fornecedores.

O grupo anunciou um donativo de sabonetes e desinfetantes de 50 milhões de euros à Plataforma de Ação Covid, do Fórum Económico Mundial, que apoia organizações e agências mundiais de saúde na sua resposta à emergência. A Unilever vai também adaptar as linhas de produção para produzir desinfetantes para utilização nos hospitais, escolas e outras entidades institucionais.

Em Portugal, a Unilever FIMA disponibilizou ajuda à Direção Geral de Saúde através de doação de produtos e está a agilizar as condições para reforçar a doação de bens alimentares e produtos de higiene pessoal e limpeza da casa às instituições com as quais já tem protocolos de colaboração, bem como o apoio à junta de freguesia da área onde se encontram os escritórios da empresa.

Clientes e fornecedores
Em comunicado, a Unilever avançou que irá disponibilizar 500 milhões de euros para apoiar as condições de vida em toda a sua cadeia de valor, através do pagamento antecipado aos pequenos e médios fornecedores mais vulneráveis, por forma a ajudá-los a terem liquidez financeira e do prolongamento do crédito a retalhistas de pequena dimensão.

Colaboradores
A Unilever fabricante vai apoiar os colaboradores que venham a ser impedidos de trabalhar durante três meses. Como adianta, “iremos abranger todos os colaboradores, contratados, ou outras pessoas que trabalhem para nós, tanto nos escritórios, como nas fábricas, seja a tempo integral ou em part-time”, desde que não estejam cobertos pelos planos do Governo ou pelos seus próprios empregadores.

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