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Valor médio da avaliação bancária das casas sobe em julho

O sector da construção foi no ano passado aquele onde o negócio mais cresceu. D.R.
O sector da construção foi no ano passado aquele onde o negócio mais cresceu. D.R.

O valor médio da avaliação bancária na habitação em julho foi de 1.187 euros por metro quadrado, segundo avançou a AICCOPN.

O valor médio da avaliação bancária na habitação em julho foi de 1.187 euros por metro quadrado, segundo avançou a AICCOPN – Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas.

Em comunicado, a associação detalhou que este valor representa um aumento de 6,3% em termos homólogos. No caso dos apartamentos subiu 6,7%, para 1.252 euros por metro quadrado e nas moradias houve uma valorização de 5,6% para 1.102 euros por metro quadrado.

Nos primeiros sete meses de 2018 foram licenciadas 11.404 novas habitações, um aumento de 38,3% face ao período homólogo, refere a AICCOPN.

“Foram emitidas pelas Câmaras Municipais 8.620 licenças de construção nova e reabilitação de edifícios habitacionais, o que traduz um acréscimo de 22,6% em termos homólogos. Quanto ao licenciamento de fogos em construções novas, verifica-se uma subida de 38,3%, em termos homólogos, para um total de 11.404 habitações”, acrescenta.

A AICCOPN destacou a Área Metropolitana de Lisboa, com um aumento de 26% em fogos licenciados em construções novas até julho. “Destes, 70,8% são de tipologia T3 ou superior, 23,6% de tipologia T2 e 5,6% de tipologias inferiores. Quanto aos valores de avaliação bancária na habitação nesta região verificou-se, em julho, um aumento em termos homólogos, de 7,9% para 1.468 euros por metro quadrado”, referiu a associação.

O crescimento do mercado está patente na concessão de crédito. “O novo crédito concedido pelas instituições financeiras, para aquisição de habitação nos primeiros sete meses, registou uma subida, em termos homólogos, de 26,4% para 5,69 mil milhões de euros”, detalhou a AICCOPN.

Por outro lado, o crédito concedido pelas instituições financeiras às construtoras e imobiliárias registou, em julho, uma redução homóloga de 4,9%.

O mesmo comunicado deu conta de um aumento no consumo do cimento no mercado nacional até julho, de 11,1%.

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