Volume de vendas do retalho alimentar sobe 3,9% em 2017

O volume de vendas do retalho alimentar aumentou para 12.020 milhões de euros, e o não alimentar progrediu para 8.212 milhões de euros.

O volume de vendas do retalho alimentar aumentou 3,9% no ano passado, face a 2016, para 12.020 milhões de euros, e o não alimentar progrediu 3,8% para 8.212 milhões de euros, divulgou esta terça-feira a APED.

De acordo com o barómetro de vendas da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), hoje divulgado durante o APED Retail Summit, que decorre até quarta-feira no Museu Oriente, em Lisboa, sob o tema "Sharing the future' , o volume de vendas total do segmento alimentar e não alimentar atingiu os 20.232 milhões de euros em 2017, mais 3,8% que em 2016.

No segmento do retalho alimentar, a categoria de produto "que registou o maior crescimento foi 'bebidas', com um aumento de 8,5% das vendas", refere a APED.

A categoria 'higiene e limpeza' registou uma subida de 4,1%, a 'mercearia' avançou 4% e os 'congelados' registaram um crescimento de 3,2%.

Ainda no retalho alimentar, a categoria 'perecíveis' subiu 2,9% e a dos 'laticínios' aumentou 2,8%, enquanto o 'bazar ligeiro' avançou 0,7%.

Por quota de mercado, a marca da distribuição registou um aumento de 0,1 pontos percentuais (a de fabricante desceu na mesma proporção), para 33,4%.

Os consumidores continuam a procurar produtos em promoção, sendo que no ano passado 45% das compras foram feitas em ambiente promocional, contra 43,8% em 2016, de acordo com o barómetro que cita dados Nielsen.

Do lado não alimentar, o volume de vendas de bens de equipamento registaram uma subida de 6,3% no ano passado, face a 2016, para 2.254 milhões de euros, as de entretenimento e papelaria progrediram 10,4% para 307 milhões de euros, as de vestuário aumentaram 2,1% para 2.181 milhões de euros e as de combustíveis 2,8%, para 3.470 milhões de euros.

Dentro dos bens de equipamento, a categoria com maior crescimento do volume de vendas foi 'equipamentos de telecomunicações', uma subida de 13,8% para 539 milhões de euros, seguida de 'grandes eletrodomésticos', com um crescimento de 10,7% para 511 milhões de euros.

Dentro dos grandes eletrodomésticos, a APED destaca três produtos: frigoríficos (+15% para 138,4 mil euros), máquinas de lavar roupa (+7,1% para 119,4 mil euros) e de louça (+13,2% para 57,1 mil euros).

A categoria 'fotografia' registou um aumento das vendas em 4,8% para 61 milhões de euros, as de 'pequenos eletrodomésticos" cresceu 4,6% (261 milhões de euros), enquanto a 'informática' desceu 0,3% (535 milhões de euros), a única a cair.

Segundo o barómetro, as vendas de 'tablets' recuaram 11,2% e as de tinteiros/toners diminuíram 0,7%, enquanto as de computadores portáteis subiram 2,7%.

No segmento entretenimento e papelaria, a categoria 'entretenimento' registou um aumento de 11,5% do volume de vendas em 2017, para 284 milhões de euros.

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