Mercado de Trabalho

Trabalho. O que esperam os portugueses para 2018?

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Equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, aquisição de novas competências e melhorias salariais são as principais ambições dos portugueses para este ano.

No mesmo dia em que a Hays dá conta de que 2018 será “o verdadeiro ano da retoma do emprego em Portugal”, a recrutadora Michael Page lança os resultados do Índice de Confiança Laboral do 4º trimestre, onde são conhecidas as perspetivas que os portugueses fazem da sua condição laboral.

Deste capítulo dos estudos anuais feitos pela recrutadora, destaca-se a vontade de 44% dos inquiridos, que ambicionam um maior equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Em finais de 2016, a percentagem de trabalhadores com esta vontade estava nos 40%.

De acordo com o estudo da Michael Page, “a confiança dos portugueses no mercado laboral tem vindo a aumentar nos últimos seis meses e subiu de 46% no penúltimo trimestre de 2017 para 54% nos últimos meses do ano”.

Nesta análise trimestral, destaca-se ainda o positivismo de 48,6% dos portugueses, que esperam melhorias nas condições do mercado profissional.

Também neste aspeto, 53% dos candidatos acredita que encontrará um emprego em menos de três meses e 70% acredita que nos próximos tempos terá algum tipo de desenvolvimento de competências, havendo ainda 56,4% dos inquiridos que pensa poder a vir a executar novas funções. Do mesmo grupo de inquiridos, mais de metade (52%) acredita numa eventual promoção na carreira,

“Há um voto de confiança em relação ao mercado de trabalho”, considera Alvaro Fernández, Diretor Geral da Michael Page Portugal, que destaca ainda a importância do positivismo português nos diferentes aspetos relacionados com o mercado de trabalho: “é um sinal extremamente positivo para a confiança dos candidatos e dos profissionais, bem como para a economia do País e para as empresas que pretendem recrutar nos próximos meses”.

“Por outro lado, este contexto também proporciona uma atitude mais positiva dos candidatos e possivelmente influencia a produtividade das pessoas, pelo que acreditamos que temos boas razões para continuar a apostar no trabalho e na melhoria das respetivas condições”, acrescenta o responsável.

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