Metro de Lisboa

Vai ser lançado concurso para estações da Estrela e Santos

( Vítor Rios / Global Imagens )
( Vítor Rios / Global Imagens )

Concurso para a construção das novas estações do Metro de Lisboa, e consequente prolongamento das linhas Amarela e Verde, é lançado esta quarta-feira.

O concurso para a construção das novas estações do Metropolitano de Lisboa, Estrela e Santos, e consequente prolongamento das linhas Amarela e Verde, é lançado esta quarta-feira, 9 de janeiro, num investimento de 210 milhões de euros.

O Ministério do Ambiente e da Transição Energética, que tutela os transportes urbanos, prevê que as obras de expansão do metro de Lisboa tenham ainda início durante o ano de 2019.

De acordo com fonte do Ministério do Ambiente, a empreitada vai ter três fontes de financiamento: 83 milhões comparticipados pelo POSEUR — Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos, uma parte pelo Fundo Ambiental e outra com recursos próprios do metropolitano, através da alienação de um terreno em Sete Rios.

De acordo com o plano de expansão da rede do metro, a empresa prevê o prolongamento do Rato (da linha Amarela) ao Cais do Sodré (da linha Verde) com as duas novas estações Estrela e Santos.

Segundo a informação disponibilizada no site do Metropolitano de Lisboa, a estação da Estrela servirá uma parte da cidade “primordialmente residencial e que possui uma concentração elevada de serviços de autocarro”, estando prevista a sua localização ao cimo da Calçada da Estrela, na extremidade Sul do Jardim da Estrela.

Já a estação de Santos servirá, além das áreas residenciais, equipamentos como a Assembleia da República, o Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) ou o Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing (IADE), bem como áreas nas quais se concentram atividades de lazer e de diversão noturna.

A estação Santos vai ficar localizada a poente do quarteirão definido pela Av. D. Carlos I, Rua das Francesinhas, Rua dos Industriais e Travessa do Pasteleiro, com alinhamento entre as instalações do ISEG e o Largo da Esperança. Irá dispor de dois acessos: um dos quais na Av. D. Carlos I (no gaveto com o Largo da Esperança) e o outro à Travessa do Pasteleiro.

A estação do Cais do Sodré vai ser igualmente remodelada e haverá também intervenções nos viadutos do Campo Grande para ligar as linhas Verde e Amarela.

No dia 27 de novembro, o Metropolitano de Lisboa anunciou que a Agência Portuguesa do Ambiente emitiu uma Declaração de Impacto Ambiental (DIA) favorável condicionada ao projeto, que cria uma linha circular a partir do Campo Grande com as linhas Verde e Amarela, passando as restantes linhas a funcionar como radiais.

Segundo a DIA, a criação da linha circular poderá pôr em risco vários monumentos nacionais, como o Aqueduto das Águas Livres e o Jardim da Estrela.

O documento indica também que a construção da linha circular obriga a deslocar a linha de comboio entre Santos e Cais do Sodré durante 44 meses.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
O ensino profissional é uma das áreas em que Portugal se posiciona pior na tabela do IMD World Talent Ranking 2019. Fotografia: Miguel Pereira/Global Imagens

Portugal é 23º no ranking mundial de talento. Caiu seis posições

O ensino profissional é uma das áreas em que Portugal se posiciona pior na tabela do IMD World Talent Ranking 2019. Fotografia: Miguel Pereira/Global Imagens

Portugal é 23º no ranking mundial de talento. Caiu seis posições

Foto: D.R.

TAP soma prejuízos de 111 milhões até setembro. E contrata 800 em 2020

Outros conteúdos GMG
Vai ser lançado concurso para estações da Estrela e Santos